domingo, 31 de julho de 2011

Brunello di Montalcino: + de 10 anos

No último dia 21 de julho, realizamos mais uma degustação no Rosmarino, com a presença de 9 confrades, e 5 exemplares de Brunello di Montalcino com pelo menos 10 anos, o vinho mais novo era da safra 2001, e o mais antigo da de 1999. O menu e a harmonização estavam excelentes, sempre a cargo do nosso confrade Paulo Sampaio.

Os vinhos harmonizaram muito bem com o menu escolhido..

Couvert: Pães especiais da casa, chèvre al huille, relish de pepino e manteiga

Entrada: Crostini di Fegatini

Primeiro prato: Risotto de Funghi Porcini

Prato principal: Brasato com polenta

Sobremesas: Creme brulée ao limão siciliano, tarte tatin com sorvete de canela, torta de nozes e mel com sorvete de creme, sorvete de coco com baba de moça ou terrine de frutas frescas.

O ambiente, a comida e o serviço, como sempre, estavam excelentes..

Como mencionado acima, a degustação contou com cinco vinhos, com níveis alcoólicos variando entre 13.5% e 14%.


A seguir uma breve descrição dos vinhos degustados:

Fontevino 2001
Produtor: Camigliano
País/Região: Italia/Toscana
Graduação alcoolica: 13.5%

La Casa 2000
Produtor: Caparzo
País/Região: Italia/Toscana
Graduação alcoolica: 13.5%

Vigna del Paretaio 1999
Produtor: Talenti
País/Região: Italia/Toscana
Graduação alcoolica: 14%

Villa Poggio Salvi 1999
Produtor: Biondi Santi
País/Região: Italia/Toscana
Graduação alcoolica: 13.5%

Sugarille 2000
Produtor: Pieve Santa Restituta/Angelo Gaja
País/Região: Italia/Toscana
Graduação alcoolica: 14%

Vinhos Degustados


Os Brunellos são Produzidos com 100% da uva Sangiovese Grosso, com um rendimento máximo de 80 quintais por hectare e a produção por videira é limitada a 2,7 quilos. O envelhecimento em madeira mínimo obrigatório é de dois anos em barricas de carvalho e em garrafas por no mínimo mais 4 meses. O grau alcoólico mínimo natural das uvas é de 12%.

Além de vinificação, todas as operações que envolvam a preservação e engarrafamento do vinho, bem como o seu engarrafamento deve ser realizado dentro da zona de produção. Antes do engarrafamento, o vinho "certificado para se tornar Brunello di Montalcino DOCG" tem que se submeter exames químicos e aprovação de uma degustação.

Os resultados do nosso painel se mostraram muito equilibrados, com uma dispersão de notas na média aparada de apenas 1,9 pontos (de 89,8 a 91,6). O vinho que ficou em último lugar foi o Villa Poggio Salvi, um dos mais antigos, safra 1999, produzido pelo Biondi Santi, que foi escolhido o pior vinho por 4 confrades e o segundo pior por outros tres.

O segundo melhor vinho do painel, foi o La Casa 2000, considerado o melhor vinho por tres confrades e o segundo melhor por outros dois.

O Campeão da noite, foi o Sugarille 2000, produzido por Angelo Gaja, que ficou em primeiro lugar para quatro confrades e em segundo para outros tres. Este excelente vinho recebeu 92 pontos da Wine Advocate.


Vejam os resultados completos abaixo.


Não se esquecam que o nosso próximo encontro será no dia 18 de Agosto, quando degustaremos os Icones do Mundo. Até lá....

Não percam esta grande degustação.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Brunello di Montalcino


Brunello di Montalcino is a red Italian wine produced in the vineyards surrounding the town of Montalcino located about 70 miles (110 km) southwest of Florence in the Tuscany wine region. Brunello, roughly translated as "nice dark one" in the local dialect, is the unofficial name of the clone of Sangiovese (also known as Sangioverosso) grown in the Montalcino region. In 1980, the Brunello di Montalcino was awarded the first Denominazione di Origine Controllata e Garantita (DOCG) designation and today is one of Italy's best-known and most expensive wines.

History

One of the first records of "Brunello" was a red wine that was made in the Montalcino area in the early 14th century. In 1831, marchese Cosimo Ridolfi (who was later appointed Prime Minister of Tuscany by the Grand Duke Leopold II) praised the merits of the red wines of Montalcino above all others in Tuscany. In 1865, an agricultural fair in Montalcino noted that the prize winning wine of the event was a "select red wine" known as a Brunello. In the mid-19th century, a local farmer named Clemente Santi isolated certain plantings of Sangiovese vines in order to produce a 100% varietal wine that could be aged for a considerable period of time. In 1888, his grandson Ferruccio Biondi-Santi-a veteran soldier who fought under Giuseppe Garibaldi during the Risorgimento-released the first "modern version" of Brunello di Montalcino that was aged for over a decade in large wood barrels.

By the end of World War II, Brunello di Montalcino had developed a reputation as one of Italy's rarest wines. The only commercial producer recorded in government documents was the Biondi-Santi firm who had declared only four vintages up to that point-1888, 1891, 1925 and 1945. The high price and prestige of these wines soon encouraged other producers to emulate Biondi-Santi's success. By the 1960s there were 11 producers making Brunello, and in 1968 the region was granted Denominazione di Origine Controllata (DOC) status. By 1970 the number of producers had more than doubled to 25, and by 1980 there were 53 producers. In 1980, the Montalcino region was the first Italian wine region to be awarded Denominazione di Origine Controllata e Garantita (DOCG) designation. By the turn of the 21st century, there were nearly 200 producers of Brunello di Montalcino, mostly small farmers and family estates, producing nearly 330,000 cases a year.

In 2008, Italian authorities confiscated four producers' 2003 Brunello on charges that the producers had committed fraud by including foreign varietals such as Cabernet Sauvignon and Merlot in the wine that they then fraudulently labeled as Brunello di Montalcino, which by law may only contain Sangiovese grapes. Laboratory tests later confirmed that the confiscated wines were in fact Brunello except for a small portion that remained inconclusive.

Climate and geography

Montalcino has one of the warmest and driest climates in Tuscany with the grapes in the area ripening up to a week earlier than in nearby Vino Nobile di Montepulciano and Chianti Classico. It is the most arid Tuscan DOCG, receiving an average annual rainfall of around 28 inches (700 mm)-in contrast to the Chianti region which receives an average of 35 inches (900 mm). The northern slopes receive fewer hours of sunlight and are generally cooler than the southern slopes. Vineyards planted on the northern slopes ripen more slowly and tend to produce wines that are racier and more aromatic. Vineyards on the southern and western slopes receive more intense exposure to sunlight and more maritime winds which produces wines with more power and complexity. The top producers in the area have vineyards on both slopes, and make use of a blend of both styles.

The town of Montalcino is a small medieval village located about 564 metres (1,850 ft) above sea level in the province of Siena. The wine district is centered to the northeast of the village in densely wooden and hilly terrain. Monte Amiata, the highest peak in Southern Tuscany, provides a sheltering influence from the southeast and tempers the region's climate and rainfall. Compared to the nearly 41,000 acres (16,592 ha) of planted land in Chianti, Montalcino is a relatively small wine region with around 3,000 acres (1,214 ha) planted. Vineyards in Montalcino are planted in varied soils-including limestone, clay, schist, volcanic soil and a crumbly marl known as galestro-at altitudes ranging from 490 ft (149 m) to 1,640 feet (500 m). This diversity in terroir contributes to the vast range in quality and potential complexity of Brunello di Montalcino.


Fonte: Wikipedia

domingo, 19 de junho de 2011

Bordeaux: Margem direita vs Esquerda

Na última 5ª feira, dia 16 de junho, realizamos mais uma degustação no Rosmarino, com a presença de 8 confrades, e 8 exemplares de Bordeaux, sendo 4 da margem direita e 4 da margem esquerda, o vinho mais novo era da safra 2006, e o mais antigo da de 1997. O menu estava ótimo, e como de costume foi escolhido pelo nosso confrade Paulo Sampaio.

Os vinhos harmonizaram muito bem com o menu escolhido..

Couvert: Pães especiais da casa, chèvre al huille, relish de pepino e manteiga

Entrada: Vol au vent de palmito

Primeiro prato: Fetuccine fresco com porcini

Prato principal: Magret de pato com amarenas e couscous marroquino com cogumelos

Sobremesas: Creme brulée ao limão siciliano, tarte tatin com sorvete de canela, torta de nozes e mel com sorvete de creme, sorvete de coco com baba de moça ou terrine de frutas frescas.

O ambiente, a comida e o serviço, como sempre, estavam excelentes..

Como mencionado acima, a degustação contou com oito vinhos, com níveis alcoólicos variando entre 12.5% e 13.5%.











A seguir uma breve descrição dos vinhos degustados:

Chateau Pontet-Canet 2001
Produtor: Ch. Pontet Canet
País/Região: França/Pauillac
Graduação alcoolica: 13%

Chateau Brane Cantenac 2004
Produtor: Henri Lurton
País/Região: França/Margaux
Graduação alcoolica: 13%

Chateau Leoville-Poyferre 2005
Produtor: Ch. Leoville Poyferre
País/Região: França/Saint Julien
Graduação alcoolica: 13.5%

Chateau La Croix du Casse 2005
Produtor: Ch. La Croix du Casse
País/Região: França/Pomerol
Graduação alcoolica: 13.5%

Chateau Figeac 2006
Produtor: Chateau Figeac
País/Região: França/Saint Emilion
Graduação alcoolica: 13.5%

Chateau Bonalgue 1997
Produtor: P. Bourotte
País/Região: França/Pomerol
Graduação alcoolica: 12.5%

La Dame de Montrose 2006
Produtor: Chateau Montrose
País/Região: França/Saint Estephe
Graduação alcoolica: 13%

Sanctus 1998
Produtor: Chateau Bienfaisance
País/Região: França/Saint Emilion
Graduação alcoolica: 12.5%

O vinho mais antigo foi o Chateau Bonalgue 1997, que infelizmente não estava bom para ser bebido, por estar turvo, com os aromas e sabores bastante prejudicados. O segundo mais velho, o Sanctus 1998, apresentou com uma cor rubi com bordas ligeiramente atijoladas e claros sinais de evolução. Alem destes, tivemos um vinho safra 2001, um outro safra 2004, dois da 2005 e dois da safra 2006.

Vinhos degustados











Em Bordeaux se produzem vinhos com uvas chamadas nativas, ou autóctones, sendo que as principais são: Cabernet Sauvignon, Merlot, Cabernet Franc para os vinhos tintos e Sauvignon Blanc, Sémillon e Muscadelle para os brancos. Entretanto, o que faz a excelência dos vinhos de Bordeaux, além da qualidade de suas uvas, são os cortes ou assemblages. O corte é feito para garantir harmonia, complexidade, equilíbrio e qualidade ao vinho: é a mistura de uvas provenientes de diferentes terrenos e também de uvas diferentes (Cabernet Sauvignon, Merlot e Cabernet Franc) em proporções estudadas. Este é o chamado corte bordalês: Merlot, Cabernet Sauvignon e Cabernet Franc (às vezes também Petit Verdot) em proporções combinadas com talento e arte pelo winemaker. *

A margem esquerda, o império da Cabernet Sauvignon, é onde se encontram terras fantásticas para o cultivo da Cabernet Sauvignon. É o império desta cepa, embora também Merlot e Cabernet Franc sejam ali plantadas. A margem direita, o império da Merlot, é onde se encontram Saint-Émilion com as vilas de Pomerol e Fronsac que produzem belíssimos vinhos à base de Merlot com Cabernet Franc. *

Degustamos vinhos das das margens esquerda e direita, sendo que os tres primeiros lugares ficaram com a margem esquerda.

Os resultados do painel se mostraram muito equilibrados, com uma dispersão de notas na média aparada de apenas 2,8 pontos (de 88,0 a 90,8). O vinho mais antigo, o Chateau Bonalgue 1997, não foi classificado por estar estragado. O vinho que ficou em sétimo lugar foi o mais jovem do painel, safra 2006, La Dame de Montrose, escolhido o pior vinho por 3 confrades e o segundo pior por outros dois.

O segundo melhor vinho do painel, foi o Chateau Pontet-Canet 2001, considerado o melhor vinho por tres confrades e o segundo melhor por outros dois.

O Campeão da noite, foi o Chateau Brane Cantenac, que ficou em primeiro lugar para tres confrades e em segundo para outros quatro. Este excelente vinho recebeu 90 pontos da Wine Advocate.








Vejam os resultados completos abaixo.











Não se esquecam que o nosso próximo encontro será no dia 21 de Julho, quando degustaremos Brunello di Montalcino com mais de 10 anos. Até lá....

* Fonte: ABC do Vinho, Silvia Franco

domingo, 5 de junho de 2011

Bordeaux Wine Region

Hundreds of books have been written on Bordeaux; its history (temporarily ruled by the English), its wines (the biggest wine region in the world), its terroirs (mainly alluvial soil made of stones and debris), its climate (hot but exposed to maritime weather which can create havoc at the time of harvest), and finally, its people (dynasties of négociants or aristocratic owners of the most famous chateaux.) So we will only briefly summarize that information here. Bordeaux consists of relatively plain topography: flat and mostly devoid of trees. Two long rivers, the Garonnne and Dordogne, split the region half and then join together into the Gironde River that flows into the Atlantic Ocean. Despite the plain character, this region consists of the exact elements that produce wines of finesse, subtly and ageing. The moderate climate from the Atlantic and rivers creates a warming effect, protecting Bordeaux from frost. The gravel soil drains water away from the vine roots, allowing the damp resistant Cabernet Sauvignon grape to fully mature. On a negative note, Bordeaux is subject to inconsistent vintages, some hot and dry, and some very wet and cool. To combat this inconsistency, Bordeaux blends together a variety of grapes that grow and mature at different stages. Therefore, a Bordeaux red may consist of Cabernet Sauvignon, Merlot and Cabernet Franc. A Bordeaux white is often the blend of Sauvignon Blanc and Semillon. These blends create well-balanced wines with good acidity, minerality and fruit.
 
















With the basics out of the way, we can fulfill our main purpose: to try to make it easier for the American consumer to understand the main wine regions of Bordeaux, because unfortunately there are many, and, with 55 different appellations, it is difficult to know which ones you are likely to enjoy the most. We also would like to show you how much Bordeaux has changed over the last 20 years and point you towards even more changes to come from the largest wine region in the world.
One basic fact of the Bordeaux region compared to, say Burgundy, is that it is the land of blending. No Bordeaux red or white is made with one single grape; it is always a complex blend of at least two, more frequently three varietals for the reds as well as the whites (traditionally, Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc and Merlot for reds and Sauvignon, Sémillon and Muscadelle for the whites). This fact alone put the Bordeaux region on a sort of pedestal 20 to 25 years ago when most of the new world producers were exclusively mono- varietal producers but since then, most have learned the art of blending. Another striking observation about the Bordeaux region is that vineyards exist everywhere on a 15-mile radius around the city of Bordeaux. If we were not in France, the whole area would simply be called "Bordeaux Wine," but the French, with their Cartesian mind, have recognized through the centuries distinctive qualitative nuances between each zone where grapes grow and came up with small territorial delineations (which they call "terroirs"), which they formalized in the first half of the 20th century by creating the various "Appellation Controlées." Although it may have looked neat on a map, this did not make the sale of wine easier, because as time went by, and after 55 different appellations were created, it became difficult for the consumer, and ever more so for the foreign consumer to figure out what is what.
3 sub-regions dominate and produce about 90% of all the top quality Bordeaux. They are:
  1. The "left bank" (Médoc – West of the Gironde)
  2. The Graves area
  3. The "right bank" (East of the Gironde)
The vast area between the two rivers that ultimately merge north of Bordeaux is called "Entre Deux Mers" and produces inexpensive whites that tend to constantly improve in quality.

LEFT BANK

Margaux
The Margaux appellation covers not only the commune of Margaux, but also those of Arsac, Cantenac, Labarde and Soussans. The vineyards cover gravelly ridges with a majority of Cabernet Sauvignon grapes. The wines are noted for their finesse and fragrance. Wines coming from the heavier soils in the lower-lying areas produce wines that are fuller and richer in body.
Moulis
Moulis and its neighbor Listrac lie farther back from the river on heavier soils. No classified chateaux here, but several very good Cru Bourgeois: the wines are powerful and rich, the best having finesse and fruit.
Saint Julien
Saint Julien has the highest proportion of Crus Classés (yet no 1st Growths). It is also the smallest top level appellation. Vineyards are situated on a gravel plateau by the river with a higher proportion of clay than Margaux. The wines have great character, with more vivid fruit and fleshiness than Margaux.
Pauillac
Pauillac lays claim to three of the Médoc's five first growths. Here, on the gravelly soils overlooking the Gironde estuary, Cabernet Sauvignon achieves greatness. Powerful and austere, great wines capable of aging for decades are made here. Given their high prices, we have not included a Pauillac in our sampling.
Saint Estephe
Saint Estephe lies on the boundary between the Haut Médoc and the Médoc to the north. The heavier soils are planted with more Merlot than the other appellations to the south. St-Estephe wines are deeply colored and have a distinctive style.
Haut-Medoc
The appellation of Haut-Médoc is a catch-all appellation. It covers everything that falls outside of the famous communes previously mentioned, from the appellation of Margaux going north about halfway up the peninsula to the appellation of St-Estephe. Style varies over this large area. Heavier, fuller wines are made farther north and lighter, softer wines made towards the south.
Médoc
The best, gravelly deposits are located further south. The soil and wines are generally inferior here. More Merlot is grown on the old clay deposits. Wines have less finesse and bouquet, but have good body and structure.

GRAVES

Located just south of the city of Bordeaux, Graves faces enormous pressure from urban sprawl. Once known mainly for its white wines, red wine vineyards have increased dramatically over the past 20 years and now production is almost equally divided. The soil, as the name would indicate, is gravelly. The red wines are less defined, softer, and earthier than those of the Médoc. The whites are clean, full and dry with lots of flavor.

RIGHT BANK

Saint Emilion
Wine was made in St-Emilion long before it was made on the left bank, in the Médoc. This is a region of smaller vineyards run by farmers, not of grand estates with their impressive chateaux. Soil types vary in this large appellation. Clay and limestone on the plateaux, gravel and windblown sands elsewhere. Merlot dominates here, giving these wines a characteristic warm fruitiness. With the new garage wines, St-Emilion is now one of the most exciting AOCs.
Pomerol
The smallest appellation of the Right Bank. Soils vary, but are marked by a layer of heavy clay containing nuggets of iron. As in St-Emilion, Merlot dominates here. Wines are dense and voluptuous with rich fruit.
Lussac Saint Emilion
The northernmost of the "satellite appellations," which are not part of the St-Emilion AOC, but are permitted to add it to their name. Located on a limestone plateau. Good value for money here, the best easily surpass some St-Emilion grown on the plain. Wines have good fruit, but are slightly more rustic than St-Emilion.
Lalande de Pomerol
Located across the little river Barbane from Pomerol. Soils are low lying sand and gravel terraces. Wines are concentrated and fruity, comparable to lesser Pomerols and represent great bargains.
Fronsac
Fronsac wines were once more reputed than those of St-Emilion. Fronsac overlooks the Dordogne River just west of Libourne. Vineyards are on a limestone plateau covered in red soil. Merlot and Cabernet Franc are the dominant grape varieties with a lot of Malbec still grown here. Wines are supple and dense, not as lush as Pomerol.
Cotes de Castillon
Cotes de Castillon lies just to the east of St. Émilion. It is named after the village Castillon-la-Bataille where the remnants of the English army were defeated in 1453, thus ending the Hundred Year’s War and integrating their Bordeaux domaines into the Crown of France. In the past decade, the area has become known for producing fantastic wines like Stephan von Neipperg’s Chateau d’Aighuile.
Source: www.alba-vineyard.com

domingo, 22 de maio de 2011

Chianti Classico DOCG Riserva

Na última 5ª feira, dia 19 de maio, fizemos mais uma excelente degustação no Rosmarino, com a presença de 8 confrades, degustamos oito excelentes exemplares de Chianti Classico DOCG, sendo o mais novo de 2007, e o mais antigo de 2001. O excelente menu, como de costume esteve a cargo do nosso confrade Paulo Sampaio.

Os vinhos harmonizaram de forma excepcional com o menu escolhido..

Couvert: Pães especiais da casa, chèvre al huille, relish de pepino e manteiga

Entrada: Gaspacho Andaluz

Primeiro prato: Fetuccine fresco com porcini

Prato principal: Stinco de cordeiro com purê de mandioquinha

Sobremesas: Crema catalana de milho-verde

O ambiente, a comida e o serviço, como sempre, estavam excelentes..

Como mencionado acima, a degustação contou com oito vinhos, com níveis alcoólicos variando entre 13.5% e 14%.


A seguir uma breve descrição dos vinhos degustados:

Castello di Quercetto 2004
Produtor: Alessandro Francois
País/Região: Italia/Greve in Chianti
Graduação alcoolica: 13.5%

Castello di Quercetto 2004
Produtor: Alessandro Francois
País/Região: Italia/Greve in Chianti
Graduação alcoolica: 13.5%

Felsina Berardenga 2006
Produtor: Felsina
País/Região: Italia/Castelnuovo Berardenga
Graduação alcoolica: 13.5%

Castello di Quercetto 2004
Produtor: Alessandro Francois
País/Região: Italia/Greve in Chianti
Graduação alcoolica: 13.5%

Famiglia Zingarelli Riserva 2006
Produtor: Rocca delle Macie
País/Região: Italia/Castellina in Chianti
Graduação alcoolica: 14%

Fontalpino 2007
Produtor: Fattoria Fontalpino
País/Região: Italia/Castelnuovo Berardenga
Graduação alcoolica: 14%

Marchese Antinori 2001
Produtor: Tenute Antinori
País/Região: Italia/Firenze in San Casciano
Graduação alcoolica: 13.5%

Poggio a' Frati 2006
Produtor: Rocca di Castagnoli
País/Região: Italia/Gaiole in Chianti
Graduação alcoolica: 13.5%

O vinho mais antigo foi o Marchese Antinori 2001, com uma cor rubi ligeiramente atijolada apresentando sinais de evolução, aroma de frutas vermelhas, couro e tabaco. Um vinho encorpado e redondo de notável profundidade, estrutura e duração. Alem deste, tivemos três vinhos da safra 2004, três da safra 2006 e um da safra 2007.

Vinhos degustados


A D.O.C.G. Chianti Classico permite a produção de vinhos tintos elaborados com 80% da variedade Sangiovese e 20% de outras uvas, sendo Canaiolo, Colorino e Ciliegiolo as autóctones, e Cabernet Sauvignon e Merlot as internacionais. A graduação alcoólica mínima para os Riserva é 12,5%, e só podem ser colocados no mercado após maturação de dois anos, sendo que os Riserva deve também permanecer 3 meses em garrafa. *

As principais características dos Chiantis são a cor, que vai do rubi ao granada, os aromas marcados por toques florais de violeta, frutas como ameixa, e toques terrosos. Gustativamente apresentam alta acidez e taninos intensos que lhes garantem uma posição entre os vinhos que melhor compatibilizam com vários tipos de alimentos, especialmente carnes vermelhas e molhos a base de tomate e carne. *

Os vinhos degustados apresentaram uvas tipicas da região: Sangiovese, Canaiolo, ao lado da Cabernet Sauvignon e Merlot.

Os resultados do painel se mostraram muito equilibrados, com uma dispersão de notas na média aparada de apenas 1,3 pontos (de 88,7 a 90,0). O vinho que ficou em último lugar foi o Famiglia Zingarelli Riserva 2006, apesar de ter sido escolhido o segundo melhor por um dos confrades e o pior por apenas outros dois.

O segundo melhor vinho do painel, foi o Fontalpino 2007, considerado o melhor vinho por dois confrades e o segundo melhor por outros dois.

O Campeão da noite, foi o Marchese Antinori 2001, que ficou em primeiro lugar para dois confrades e em segundo para um outro. Este excelente vinho recebeu 90 pontos da Wine Advocate e 91 pontos da Wine Spectator.



Vejam os resultados completos abaixo.



Não se esquecam que o nosso próximo encontro será no dia 16 de Junho, quando degustaremos Bordeaux: Margem Direita vs Margem Esquerda. Até lá....

* Fonte: FreeTime Magazine

domingo, 8 de maio de 2011

Chianti


History and Landscape

Chianti has always been by definition the wine of Tuscany, making this part of Italy famous throughout the world. Still today, despite the many differences of style deriving from the varied areas of production, it continues to maintain the prestige of Italian wine on the international market. The first territorial demarcation regarding Chianti dates back to 1932, while the Denominazione di Origine Controllata ("appellation contrôlée") was introduced in 1967 and in 1984 the Denominazione di Origine Controllata e Garantita ("appellation contrôlée et garantie") was recognised. The name Chianti is completed by the Superiore category and the geographical denominations such as "Colli Aretini", "Colli Fiorentini", "Colli Senesi", "Colline Pisane", "Montalbano", "Rufina", and "Montespertoli". The definition "Classico" is limited to wines from the order original areas of production, autonomously controlled by the specific discipline inherent in the "Chianti Classico" denomination of 1996.

Area of Production

Chianti is produced in various areas of Tuscany, which as a whole form the largest wine?producing region in Italy. This area includes all or part of the regions of Arezzo, Florence, Pisa, Pistoia, Prato and Siena. The production area for Chianti Classico was defined by Italian Law on the 31 July 1932, and it includes parts of the provinces of Florence and Siena.

The Grapes

The grapes essentially used in Chianti are: Sangiovese (minimum 75%), Canaiolo Nero (red) (up to 10%), Trebbiano Toscano & Malvasia del Chianti (up to 10%), and complementary red grapes (up to 10%). For Chianti Classico, up to 6% of Trebbiano and Malvasia Bianca (white) are used, as well as maximum 15% of complementary red grapes. The maximum grape yield per hectare for Chianti is 90 quintals (19,840 lbs.), while for the Chianti Classico and the Superiore the yield is 75 quintals per hectare. Chianti wines cannot be put on sale prior to the 1st of March of the year after the grapes' production year, except for Chianti dei Colli Fiorentini, Rufina and Superiore, which can be tasted starting from the 1st of June. The Riserva variety must be aged for at least two years starting from the 1st of January following the grapes' production year. A three?month period of bottle ageing is also compulsory for this wine. Chianti Classico wines are ready for consumption only starting from the 1st of October after the harvest year. The Riserva quality must undergo ageing for at least 24 months, followed by a bottle finish?ageing of min. 3 months.

Organoleptic Characteristics

Chianti is characterised by a vivacious ruby red colour tending towards garnet with age. The flavour is dry, balanced and sapid, slightly tannic, refining over time into velvety softness. The bouquet is intensely vinous, with occasional hints of violets, a character which refines with ageing. The minimum alcohol is 11.5°, and 12° for the wine from certain sub?zones (Colli Fiorentini, Rufina and Montespertoli) as well as for Chianti Superiore and Chianti Classico. The min. alcohol for the Riserva quality is 12.5°.

Food Matches

Certain varieties of Chianti may be drunk as, palatable, pleasant, fresh young wine, while the unmistakable bouquet and flavour of others is enhanced by medium or long ageing. Generally speaking, however, Chianti is a versatile wine, suitable for every occasion. Some areas produce young wines which are excellent throughout the meal, as well as with first courses with meat sauces, boiled meat and stews. More structured medium aged Chianti wines go well with poultry and white meat roasts. Finally the great, well aged, strong Chianti wines are the ideal accompaniment for roasts, game and mature cheeses.

sábado, 16 de abril de 2011

Douro Reserva

Na última 5ª feira, dia 14 de abril, fizemos mais uma degustação no Rosmarino, com a presença de 8 confrades, degustamos oito excelentes exemplares do Douro, sendo o mais novo de 2007, e o mais antigo de 1996. O menu, sempre a cargo do nosso confrade Paulo Sampaio estava excelente como de costume, especialmente a polenta com queijo camembert derretido.

Os vinhos harmonizaram de forma excepcional com o menu escolhido..

Couvert: Pães especiais da casa, chèvre al huille, relish de pepino e manteiga.

Entrada: Polenta com queijo camembert derretido ou cogumelos mistos.

Prato principal: Filé ao poivre com batatas grisette ao alecrim.

Sobremesas: Creme brulée ao limão siciliano, tarte tatin com sorvete de canela, torta de nozes e mel com sorvete de creme, sorvete de coco com baba de moça ou terrine de frutas frescas.

O ambiente, a comida e o serviço, como sempre, estavam excelentes..

Como dito acima, a degustação contou com oito vinhos, com níveis alcoólicos variando entre 12.5% e 15%.











A seguir uma breve descrição dos vinhos degustados:

Casa do Casal de Loivos 2004
Produtor: Van Zeller
País/Região: Portugal/Douro
Graduação alcoolica: 14.5%

Cotto Grande Escolha 2000
Produtor: Champalimaud
País/Região: Portugal/Douro
Graduação alcoolica: 12.5%

La Rosa 2004
Produtor: Quinta da Rosa
País/Região: Portugal/Douro
Graduação alcoolica: 15%

Quinta Seara D'Ordens 2005
Produtor: Quinta Seara D'Ordens
País/Região: Portugal/Douro
Graduação alcoolica: 13.5%

Poeira 2005
Produtor: Lavradores de Feitoria
País/Região: Portugal/Douro
Graduação alcoolica: 13.5%

Passadouro Reserva 2005
Produtor: Quinta do Passadouro
País/Região: Portugal/Douro
Graduação alcoolica: 14%

Quinta Vale D. Maria 2007
Produtor: Van Zeller
País/Região: Portugal/Douro
Graduação alcoolica: 14.5%

Casa Ferreirinha 1996
Produtor: A. A. Ferreira
País/Região: Portugal/Douro
Graduação alcoolica: 12.5%

O vinho mais antigo foi o Casa Ferreirinha 1996, que apresentou uma cor rubi ligeiramente atijolada apresentando sinais de evolução, aromas discretos de fruta madura e macio na boca. Alem deste, tivemos 1 vinho da safra 2000, dois da safra 2004, três da safra 2005 e um da safra 2007.

Vinhos degustados












A região demarcada do Douro, é tradicionalmente responsável pelas uvas utilizadas na produção do tradicional vinho do Porto. Uma nova lei em 1986 permitiu que os produtores do Douro pudessem exportar os seus produtos de forma independente, dando mais dinamismo à produção naquela região. Este novo dinamismo foi, sem dúvida, o que levou muitos produtores a considerarem a possibilidade de produzir vinhos de mesa, alem dos tradicionais vinhos do Porto. Desde então, houve um maior desenvolvimento de vinhos premium no Douro e hoje existe um número razoável de vinhos que podem ser considerados de classe mundial.

O painel foi bastante equilibrado e os vinhos degustados apresentaram uma grande variedade de uvas tipicas da região, entre elas: Touriga Franca, Tinta Roriz, Tinta Amarela, Touriga Nacional, Tinta Amarela e Souzão. Vinhos relativamente jovens, se abriram bastante ao longo da degustação. O Quinta de La Rosa 2005 se mostrou demasiadamente alcoolico, principalmente no nariz.

Os resultados do painel se mostraram muito equilibrados, com uma dispersão de notas na média aparada de apenas 1,4 pontos (de 88,8 a 90,2). O vinho que ficou em último lugar foi o Quinta Seara D'Ordens 2005, apesar de ter sido escolhido o melhor por um dos confrades, o segundo melhor por outro e o pior por apenas dois confrades.

O segundo melhor vinho do painel, foi o La Rosa 2004, considerado o melhor vinho por dois confrades e o segundo melhor por outro.

O Campeão da noite, foi o Casa Ferreirinha 1996, importado pela Zahil, que ficou em primeiro lugar para dois confrades e em segundo para outros dois. Este vinho que ainda está muito vivo, com uma boa acidez, recebeu nada menos que 91 pontos da Wine Spectator.








Vejam os resultados completos abaixo.











Não se esquecam que o nosso próximo encontro será no dia 19 de Maio, quando degustaremos Chianti Classico DOCG Riserva. Até lá....

domingo, 10 de abril de 2011

Região Demarcada do Douro

Embora nem todos o sabem fazem parte da Região Demarcada do Douro as propriedades que foram de D. Maria Angélica de Sousa Pinto Barroso, na Freguesia de Frechas, e as da Sociedade Clemente Meneres, nas freguesias de Romeu, Avantos, Frechas e Carvalhais, do Concelho de Mirandela.

A Região Demarcada do Douro foi durante séculos produtora apenas do célebre "Vinho do Porto" sendo o vinho de mesa considerado como um produto de menor qualidade e sem interesse para a economia do Douro.

Felizmente para os amantes do vinho, esta filosofia foi alterada, passando a olhar-se o vinho de consumo aqui produzido como um produto tão nobre como o "Vinho Fino".

É de louvar o contributo dado pelas grandes marcas instaladas no Douro, para a divulgação e promoção do Vinho DOC Douro.

Com a publicação do Dec. Lei nº 1080/82 de 17 de Novembro é criada a região DOC Douro passando esta a usufruir de todos os benefícios daí resultantes.
 
Dos Vinhos aqui produzidos apenas cerca de 50% são destinados a vinhos de mesa, sendo os restantes destinados a "Vinho do Porto".

Situação Geográfica
















Esta região abrange no distrito de Vila Real: os concelhos de Mesão Frio, Peso da Régua e Santa Marta de Penaguião e as freguesias de Alijó, Amieiro, Carlão, Casal de Loivos, Castedo, Cotas, Favaios, pegarinhos, Pinhõ, Sanins do Douro, Santa Eugênia, São Mamede de Riba Tua,Vale de Mendiz, Vilar de Maçada e Vilarinho de Cotas do Concelho de Alijó; as freguesias de Candedo, Murça e Noura, do Concelho de Murça; as freguesias de Celeirós, Covas do Douro, Gouvães do Douro, Gouvinhas, Paradela de Guiães, Provesende, São Cristóvão do Douro, Vilarinho de São Romão, São Martinho de Anta, Souto Maior, Paços e Sabrosa, do Concelho de Sabrosa; as freguesias de Abaças, Ermida, Folhadela, Guiães, Mateus, Nogueira, Vila Real (Nossa Senhora da Conceição), parada de Cunhos (São Pedro) e Vila Real (S. Dinis) do Concelho de Vila Real.

No distrito de Bragança: as freguesias de Vilarelhos do Concelho de Alfândega da Fé; as freguesias de Carrazeda de Ansiães, Castanheiro do Norte, Ribalonga, Linhares, Beira Grande, Seixo de Anciães, Parambos, Pereiros, Pinhal do Norte, Pombal, Lavandeira e Vilarinho da Castanheira, do Concelho de Carrazeda de Ansiães; as freguesias de Ligares, Poiares, Mazouco e Freixo de Espada-à-Cinta; as freguesias de Açoreira, Adeganha, Cabeça Boa, Horta, Lousa, Peredo dos Castelhanos, Urros e Torre de Moncorvo, do Concelho de Torre de Moncorvo; as freguesias de Assares, Lodões, Roios, Sampaio, Santa Comba da Vilariça, Vale Freixoso, Freixiel, Vilarinho das Azenhas e Seixo de Manhoses, as Quintas da Peça e das Trigueiras e as propriedades de Vimieiro, situadas na freguesias de Vilas Boas e Vila Flor do Concelho de Vila Flor; as propriedades que foram de D. Maria Angélica de Sousa Pinto Barroso, na Freguesia de Frechas, e as da Sociedade Clemente Meneres, nas freguesias de Romeu, Avantos, Frechas e Carvalhais, do Concelho de Mirandela.

No distrito de Viseu: as freguesias de Armamar, Aldeias, Fontelo, Santo Adrião, Vacalar e Vila Seca, do Concelho de Armamar; as freguesias de Valdigem, Sandes, Penajóia, Parada do Bispo, Cambres, Samudães, Ferreios de Avões, Figueira, Santa Maria de Almacare e Sé e as Quintas de Fontoura, do Prado e as Várzeas, na freguesia de Várzea de Abrunhais, do Concelho de Lamego; a freguesia de Barrô, do Concelho de Resende; as freguesias de Casais do Douro, Ervedosa do Douro, Castanheiro do Sul, Nagozelo do Douro, Sarzedinho, Soutelo do Douro, Espinhosa, Paredes de Beira, Trefões, Vale de Figueiras, Valongo dos Azeites, Várzea de Trevões, Vilarouco e São João da pesqueira; as freguesias de Adorigo, Valença do Douro, Barcos, Granjinha, Desejosa, Távora, Pereiro, Sendim, Santa Leocádia e Tabuaço, do Concelho de Tabuaço.

No distrito da Guarda; o Concelho de Vila Nova de Foz Côa; a freguesia de Escalhão, do Concelho de Figueira de Castelo Rodrigo; as freguesias de Longroiva, Poço do Canto, Fontelonga e Meda, do Concelho de Meda.

Solos / Vinhedos

Os solos são compostos por xistos do câmbrico e pré-câmbrico ricos em potássio e pobres em matéria orgânica, e uma pequena camada de terra argilosa.

A vinha é tradicionalmente plantada em terraços ou socalcos e mais recentemente graças às novas tecnologias apareceu o chamado plantio ao alto o que facilita todo o trabalho de produção, mas vem alterar profundamente a paisagem característica do "Douro".

A vinha é conduzida em bardos ou cordões aramados ou não.

Castas Brancas : Arinto, Boal, Cerceal, Donzelinho Branco, Esgana Cão, Folgazão, Verdelho, Malvasia Corada, Malvasia Fina, Rabigato, Branco sem Nome, Dona Branca, Fernão Pires, Malvasia Parda, Rabo de Ovelha e Viosinho.

Tintas :Bastardo, Cornifesto, Donzelinho Tinto, Malvasia Preta, Mourisco Tinto, Periquita, Rufete, Tinta Amarela, Tinta da Branca, Tinta Barroca, Tinta Francisca, Tinta Roriz, Tinta Cão, Touriga Francesa, Touriga nacional, Alvarelhão, Souzão, Tinta Carvalha e Touriga Brasileira.


Fonte: www.cm-mirandela.pt