domingo, 27 de junho de 2010

Catalunha - Denominación de Origen

A Espanha, detentora da maior área cultivada em vinhedos no planeta é, sem dúvida, um país de grande tradição vinícola e possui inúmeros vinhos de alta qualidade.

Existem hoje na Espanha 54 regiões DOs (Denominación de Origen), e boa parte delas têm seus vinhos consumidos localmente ou exportados em pequenas quantidades.

Apresentarei aqui as DOs localizadas na região da Catalunha, alem das principais uvas utilizadas nas regiões.

Antes porém, vale a pena rever as classificações dos vinhos espanhois, classificados em três níveis de qualidade:
  1. Vino de mesa - vinho inferior, cuja produção pode ser feita em qualquer região do país, e que não se enquadra na categoria Denominación de Origen (DO).
  2. Vino de la Tierra - vinho de mesa um pouco mais diferenciado, produzido em região vinícola tradicional do país (Andalucía, Castilla-La Mancha, etc.), e que não se enquadra na categoria DO
  3. Vino de Denominación de Origen (DO) - vinho de qualidade, produzido em região delimitada e sujeito a severas regras que regulam as características do solo, os tipos de uvas utilizadas, o método de vinificação, o teor alcoólico, o tempo de envelhecimento, etc. equivale a AOC francesa e à DOC italiana.
Outras categorias
Existem categorias baseadas no tempo de envelhecimento dos vinhos que foram utilizadas inicialmente pela região de Rioja, e são adotadas na maioria das DOs:
  • Vino joven ou Vino Sin Crianza ou Vino del Año - Vinho jovem, um pouco envelhecido, mas não o suficiente para ser considerado "crianza".
  • Vino Crianza - Vinho (tinto, branco ou rosé) de melhor qualidade, envelhecido pelo tempo mínimo de 2 anos, dos quais pelo menos 12 meses em barril de carvalho para os vinhos tintos e 6 meses em barril de carvalho para os brancos e rosados.
  • Vino Reserva - Vinho superior feito nas melhores safras. Os tintos devem ser envelhecidos pelo tempo mínimo de 3 anos, dos quais pelo menos 1 ano em barril de carvalho, enquanto os brancos e rosés podem envelhecer apenas 2 anos, dos quais 6 meses em carvalho.
  • Vino Gran Reserva - Vinho superior feito nas safras excepcionais. Os tintos devem envelhecer pelo tempo mínimo de 5 anos, dos quais pelo menos 2 anos em barril de carvalho. Os vinhos brancos e rosés podem envelhecer apenas 4 anos, dos quais 6 meses em carvalho.
Existem ainda outras categorias, tais como:
  • Vino de aguja - vinho branco frisante
  • Vino de licor (generoso) - vinho doce, de sobremesa, fortificado (que sofre adição de aguardente vínica)
  • Vino dulce natural - vinho doce não fortificado também ideal para a sobremesa
  • Vino gasificado - vinho tranqüilo (não espumante) elaborado mediante a adição de gás (CO2)
Vinhos da Catalunha - DOs

DO Cava

Esta DO é exclusiva dos melhores vinhos espumantes espanhóis de qualidade. Ela engloba várias áreas no noroeste do país, de Rioja, a oeste de Gerona, ao sul de Valencia, mas a maior parte da produção (+ de 95%) vem da região da Catalunha, principalmente do município de San Sadurní d'Anoia, próximo a Barcelona e a Villafranca de Penedés. Como os outros vinhos espumantes existentes no mundo, as Cavas foram inspiradas no Champagne francês e muitas delas são feitas pelo método "tradicional" ou "champenoise", o mesmo utilizado na elaboração dos Champagnes franceses, com os quais muitas Cavas equivalem-se em qualidade.
As Cavas apresentam versões diferentes, conforme o seu grau de açúcar, podendo classificar-se em:
- Extra-Brut ou Brut-Nature (até 6 g de açúcar/litro)
- Brut (até 15 g/litro)
- Extra-seco (12 a 20 g/litro)
- Seco (17 a 35 g/litro)
- Semi-seco (33 a 50 g/litro)
- Dulce (superior a 50 g/litro).
Com relação à sua elaboração, as Cavas podem ser produzidas por três diferentes métodos:
1. Cava ou método tradicional - é idêntico ao método Champenoise francês, onde o vinho sofre uma segunda fermentação na garrafa com formação de bolhas.
2. De Transferência - difere do anterior pelo fato de que no fim do processo o espumante é transferido para uma nova garrafa.
3. Granvás - equivale ao método francês Charmat, onde o vinho sofre a segunda fermentação em grandes tanques de aço inox pressurizados.
Além das Cavas, a Espanha produz um outro tipo de vinhos espumantes que não devem ser com elas confundidos, pois se tratam de vinhos de qualidade inferior, baratos, que pertencem à categoria vino gasificado e são elaborados mediante a adição do gás CO2 em vinho tranqüilo.
Como os Champagnes, as Cavas são espumantes finos e adequados para serem apreciados puros ou acompanhando os mais diferentes tipos de alimentos, do aperitivo (os tipos secos) à sobremesa (os tipos doces).
Uvas permitidas:
Brancas: Chardonnay, Macabeo (Viura), Malvasía Riojana (Subirat), Parellada e Xarel-lo
Tintas: Garnacha e Monsatrell

DO Alella

Está logo acima de Barcelona nas colinas ao longo do litoral mediterrâneo. Produz, principalmente, vinhos brancos aromáticos, secos ou suaves. Possui também rosés saborosos e tintos frutados, especialmente os varietais à base de Merlot.
Uvas permitidas:
Brancas: Garnacha Blanca, Pansá Blanca, Pansá Rosada e Xarel-lo
Tintas: Cabernet Sauvignon, Garnacha, Garnacha Peluda, Merlot e Ull de Llebre (Tempranillo)

DO Costers del Segre

Está alojada aos pés dos Pirineus, na região da Catatuña, entre Lleida, Tarragona e Barcelona. Produz vinhos brancos, tintos e cavas de qualidade, que são muito semelhantes aos vinhos de Penedés, DO vizinha e mais famosa.
Uvas permitidas:
Brancas: Chardonnay, Garnacha Blanca, Macabeo, Parellada e Xarel-lo
Tintas: Cabernet Sauvignon, Garnacha, Mazuela (Cariñena), Merlot, Monastrell, Trepat e Ull de Llebre (Tempranillo)

DO Empordá-Costa Brava

Situa-se no ponto extremo do nordeste do Mediterrâneo nos Pirineus, fazendo fronteira com a França, perto da cidade de Girona. Os vinhos mais importantes são o Garnatxa d'Empordà, um vinho doce natural, e os rosés frutados, refrescantes e de bela cor, mas produz também tinto de médio corpo.
Uvas permitidas:
Brancas: Chardonnay, Garnacha Blanca e Macabeo
Tintas: Cabernet Sauvignon, Cariñena, Garnacha, Merlot e Ull de Llebre (Tempranillo)

DO Penedés

Situada na costa nordeste do mediterrâneo, entre Barcelona e Tarragona, forma, junto com Rioja, Ribera del Duero, Jeréz e Priorat, o grupo de elite das DOs espanholas. Produz tintos macios de qualidade de uvas nativas e estrangeiras com destaque para a Cabernet Sauvignon. Os brancos são leves e frescos para consumo rápido, mas faz também muitos Chardonnay fermentados em barrica mais estruturados. Produz também bons rosés frutados, muitos dos quais de boa qualidade, competindo com os de Navarra.
Uvas permitidas:
Brancas: Chardonnay, Macabeo, Xarel-lo, Parellada e Subirat Parent
Tintas: Cabernet Sauvignon, Cariñena, Garnacha, Merlot, Monastrell, Pinot Noir, Samsó e Ull de Llebre (Tempranillo)

DO Pla de Bages

Localiza-se na comarca de Bages, ao norte de Barcelona e próxima às cidades de Manresa e Lleida. Seus vinhos assemelham-se aos da vizinha DO Penedés.
Uvas permitidas:
Uvas Brancas: Chardonnay, Macabeo, Parellada e Picapoll (Autóctone)
Uvas Tintas: Cabernet Sauvignon, Garnacha, Merlot e Ull De Llebre (Tempranillo)

DO Priorato

Vizinha das duas DO anteriores situa-se também na Costa do Mediterrâneo, entre Barcelona e Tarragona. É a DO que mais se tem destacado, sobretudo pela alta qualidade de seus vinhos tintos. Robustos, elegantes, com aromas complexos e grandes caráter e estrutura na boca, esses vinhos têm recebido grande consagração dos conhecedores de todo o mundo. Além dos belos tintos, produz bons brancos e rosés razoáveis.
Uvas permitidas:
Brancas: Garnacha Blanca, Macabeo e Pedro Ximénez
Tintas: Cabernet Sauvignon, Cariñena, Garnacha Tinta, Garnacha Peluda e Mazuela

DO Tarragona

Vizinha da DO Penedés, na costa mediterrânea, em torno da cidade de mesmo nome, esta DO produz, além do Tarragona clássico licoroso, tintos potentes e brancos e rosés ligeiros.
Uvas permitidas:
Brancas: Garnacha Blanca, Mabaceo, Parellada e Xarel-lo
Tintas: Garnacha, Mazuela e Ull de Llebre (Tempranillo)

DO Terra Alta

Vizinha da DO anterior, no nordeste espanhol, Terra Alta elabora principalmente brancos de razoável complexidade. Além disso, produz também tintos encorpados, rosés ligeiros e alguns vinhos fortificados.
Uvas permitidas:
Brancas: Garnacha Blanca, Macabeo e Parellada
Tintas: Cariñena, Garnacha Negra, Garnacha Peluda, Mazuela e Ull de Llebre (Tempranillo)

DO Monsant

A DO Montsant está situada na província de Tarragona e cobre uma área de 2.000 hectares. A região vitivinícola Montsant consiste em 50 vinícolas, que produzem cerca de 7 milhões de litros de vinho anualmente.
Uvas permitidas:
Brancas: Chardonnay, Garnacha Blanca, Macabeo, Moscatel, Pansal e Parellada.
Tintas: Cabernet Savignon, Cariñena, Garnacha Tinta, Garnacha Peluda, Merlot, Monastrell, Picapoll, Syrah, Tempranillo e Mazuela.

DO Conca de Barbera

A DO Conca de Barbera está situada na província de Tarragona e abrange uma área de 5.900 hectares. A região vinícola de Conca de Barbera é composta por 20 vinicolas, que produzem 30 mil litros de vinho anualmente.
Uvas permitidas:
Brancas: Macabeo, Parellada, Chardonnay e Sauvignon Blanc.
Tintas: Trépat, Ull de Llebre (Tempranillo), Garnatxa, Cabernet Sauvignon, Merlot, Pinot Noir e Syrah.
Fonte: www.espavino.com e www.e-vinho.com.br

Espanha - Vinhos da Catalunha




A Catalunha é um dos principais motores da Espanha, em muitos aspectos. Com uma economia muito ativa, uma longa e fascinante história, uma identidade cultural e linguística próprias, esta região é frequentemente uma referência vital quando se quer saber onde esse país está se dirigindo. Seu papel no vinho não é menos importante. Com sua costa de frente para o resto das culturas do Mediterrâneo, o vinho tem sido uma parte inseparável da sua vida desde os primeiros colonos gregos chegaram. Tradicionalmente, muitas regiões produziam sua própria versão de vinhos rançosos, pesados, poderosos, com alcool acima dos 15%, que tanto caracterizou grande parte do vinho espanhol durante séculos.
Eles ainda existem, mas o seu apelo comercial mergulhou consideravelmente. A reputação da vinicultura da Catalunha, por muitos anos, também se baseou fortemente em sua produção de vinho espumante conhecido como Cava e seus vinhos brancos de Penedès. Mas a revolução vitivinícola espanhola deixou efeitos irreversíveis. No alvorecer do século 21, a Catalunha continua a provar que sabe preservar seu passado, bem como acompanhar os tempos. Além disso, tem usado o seu "know-how para comercializar seus produtos no exterior, e é por isso que eles têm uma presença forte na cena internacional.
Das onze principais regiões da Catalunha, a mais famosa ainda é a DO Cava, a versão em espanhol do champanhe. A técnica é exatamente a mesma utilizada na França, sendo a maior diferença as uvas utilizadas.
Na Espanha, eles incluem Xarel.lo, Parellada e Macabeo, embora a Chardonnay tenha crescido em popularidade. Na realidade, a Cava não é exclusiva da Catalunha. Ela pode e é feita em outras partes da Espanha, como La Rioja, mas considerando que 95% vem das adegas catalãs, os espanhóis não a associam com outra região. E com razão. A melhor vem de lá. A Cava está em segundo lugar no ranking da produção mundial de vinho espumante, atrás do champagne, mas um dos seus pontos fortes é a sua relação preço/qualidade. Considerando que alguns no passado consideravam estas bubblies um notch abaixo da francesa em termos de sofisticação, há pouca dúvida de que elas tenham atingido as alturas de elegância digna das maiores do mundo.
O resto do vinho da Catalunha ainda gira em torno do vinho tranquilo. Tradicionalmente, o rei da terra era DO Penedès. Tradicionalmente, muitas das adegas daqui faziam vinho branco para os produtores de Cava, desta forma, Penedès sempre foi particularmente forte nesta área. Desde o início da década de 1960, no entanto, alguns dos enólogos mais revolucionários da Espanha ganharam sua fama aqui, levando o país a seu situação atual. Atualmente, tintos, com variedades nacionais e estrangeiras já começaram a tomar o centro do palco. A qualidade pode ser inconsistente, mas em sua melhor forma, eles podem ser vinhos maravilhosos.
Outra denominação importante da Catalunha é DO Priorato, na província de Tarragona. Esta região do vinho quase morreu há vinte anos atrás, porque ninguém imaginou um futuro para ela. Agora ela está acima do resto da Espanha como lar de alguns dos vinhos tintos de mais classe e mais caros do mundo. Uma verdadeira história de Cinderela. Estes são vinhos encorpados e ricos com um carácter mineral dificil de alcançar, principalmente em função do solo enriquecido com ardósia que ancoram vinhas velhas de Cariñena e Garnacha, de décadas. Enquanto os preços fazem com que muitos consumidores tenham que adiar a compra para uma ocasião especial (muitos custam 30, 40, 50 e até 350 euros!), as vinicolas têm gentilmente começado a comercializar garrafas com preços mais amigáveis, sem dúvida uma forma de atender a nós, mortais!
Literalmente, formando um anel em torno de Priorato, encontramos uma região totalmente nova chamada DO Montsant. Antes uma sub-zona da região vinícola chamada Tarragona, Montsant atraiu rapidamente tanto produtores como compradores para um novo Priorato. Mais uma vez, o vinho tinto é o principal produto. Segundo os especialista, os vinhos não são exatamente iguais aos do Priorato, mas possuem grande parte de sua característica espessa e calorosa. E os preços são muito mais amigáveis, então aproveite enquanto está indo bem.
Isso nos deixa com um punhado de outras regiões menores que podem não ter adquirido a fama da anterior, mas que provaram ser louváveis produtoras de excelentes vinhos. Muitos focam nos tintos, mas antes de chegar a eles, vamos apontar uma região minúscula ao norte de Barcelona chamada DO Alella, que apesar de não produzir muito, produz vinhos brancos refrescantes e deliciosos. Eles são geralmente feitos com Pansa Blanca, apesar de que a Sauvignon Blanc e Chardonnay tambem tem forte presença.
Outra região vinicola fascinante é DO Costers del Segre. Composta das vinícolas espalhadas por toda a província de Lleida, Costers del Segre oferece uma grande variedade de vinhos, muitos dos quais possuem boa reputação e preços razoáveis. Igualmente grande é a gama de variedades de uva utilizada. Elas se adaptaram bem ao solo e fazem novas surpresas a cada ano.
DO Tarragona costumava ser uma região com um futuro brilhante até que Montsant se separou. Será necessário algum tempo para que ela se recupere, mas ainda tem muito potencial. DO Terra Alta, também em Tarragona, produz consistentemente alguns dos vinhos mais interessantes da Catalunha, em especial, vinhos tintos e brancos. DO Conca de Barberá é uma região vinícola pequena quase desconhecida que, ironicamente, produz alguns dos vinhos mais aclamadoa da Catalunha. Como regra, porém, ela ainda precisa de tempo para crescer. Outra região quase anônima é DO Pla de Bages. Raramente encontrados fora da Catalunha, produz vinhos muito bons, tanto branco como tintos. Bem ao norte, encontramos a DO Empordá-Costa Brava, anteriormente produtora de rosés ordinários que atraíam turistas incautos, agora está ganhando reconhecimento pelos seus excelentes tintos em estilo moderno.
Alem de tudo isso, devemos mencionar a DO Catalunya, que inclui as adegas de todas as regiões acima mencionadas, em uma tentativa aparente pelos produtores de simplificar o grande número de regiões vinícolas que podem confundir o cliente. O número de produtores têm aumentado exponencialmente, e o sucesso comercial, pelo menos, parece estar garantido.
Escrito por Brian Murdock, autor do livro "Let's Open a Bottle"

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Super Toscanos


Ontem estivemos novamente no Rosmarino para uma fantástica degustação de Supertoscanos. O jantar estava fantástico, e os vinhos melhor ainda, podemos dizer, inesquecíveis.

O menu, selecionado pelo nosso confrade Paulo, harmonizou maravilhosamente com os potentes Super Toscanos.

Entrada

Polenta aos cogumelos

Prato principal

Stinco de vitelo com risoto à milanesa, para a maioria dos mortais, e risoto de abóbora com funghi e amendoas para o nosso caro confrade Alberto.

Sobremesas

Pastiera de Grano, Tiramisù, Bavarese de Chocolate, Tarte Tatin, Creme Brulée ou Torta de Maçã.
A comida e o local, estavam excelentes.

A degustação contou com grandes vinhos de três sub-regiões: Maremma, Bolgueri e IGT Toscano, com níveis alcoólicos variando entre 13 e 15%. A seguir uma breve descrição dos vinhos degustados:


Le Pupille Saffredi 2001
Produtor: Elisabetta Gepppetti
País/Região: Italia/Maremma
Graduação alcoolica: 13.5%

Grattamacco 2006
Produtor: Collemassari
País/Região: Italia/Bolgueri
Graduação alcoolica: 13.5%

Sassicaia 2006
Produtor: Tenuta San Guido
País/Região: Italia/Bolgueri
Graduação alcoolica: 13.5%

Solaia 2002
Produtor: Antinori
País/Região: Italia/IGT Toscana
Graduação alcoolica: 13%

Ornellaia 2006
Produtor: Tenuta del Ornellaia
País/Região: Italia/Bolgueri
Graduação alcoolica: 15%

Castello del Terriccio 2000
Produtor: Castello del Terriccio
País/Região: Italia/IGT Toscana
Graduação alcoolica: 13.5%

Sammarco 1999
Produtor: Castellllo dei Rampolla
País/Região: Italia/IGT Toscana
Graduação alcoolica: 13%

Guado al Tasso 2004
Produtor: Marchesi Antinori
País/Região: Italia/Bolgueri
Graduação alcoolica: 14%

Vinhos degustados:




O nível da degustação foi Fantástico. Os iniciantes, bem como os mais experientes tiveram alguma dificuldade para diferenciar os vinhos, tamanha a qualidade do painel. Todos os vinhos estavam excelentes.

O vinho que ficou em último lugar foi o Solaia 2002. Para os que não se lembram, 2002 foi um ano castigado pelas chuvas na Toscana, e a composição do vinho foi alterada, sendo produzido somente com Cabernet Sauvignon e Cabernet Franc, sem os tradicionais 20% de Sangiovese. Em função desta alteração, o vinho foi batizado de “Solaia 2002 - Annata Diversa”. Esta safra recebeu somente 87 pontos da WS, muito abaixo dos 93 em 2001 e 95 em 2003.

O Campeão da noite, foi o Guado al Tasso 2004, um vinho muitíssimo equilibrado com aromas excepcionais, escolhido o melhor vinho da noite por cinco confrades e o segundo melhor por outro.

A única notícia ruim é o custo dos vinhos degustados. Apesar de o painel ter representado um investimento modesto de aproximadamente 650 Euros no total, em função da colaboração dos nossos confrades Ricardo e Alberto, a quem agradecemos imensamente. No Brasil, 5 entre os 8 vinhos degustados (não encontrei os outros 3), teriam custado em torno de US$ 2.500. Uma pena.....

Vejam os resultados completos abaixo.


No nosso próximo encontro, degustaremos os Tintos da Catalunia, no dia 15 de julho. Até lá....


quarta-feira, 26 de maio de 2010

Os Supertoscanos

Caros Confrades,

Em vista da nossa proxima degustação, encontrei este texto bastante interessante, do Jorge Lucki, sobre a origem dos Supertoscanos.

Vale a leitura.....


"Saber fazer devidas correções de rumo é imperativo em qualquer setor; no vinho não é diferente. Seja porque as condições mudam, o consumidor pede e espera, ou o mercado exige. No caso da Toscana, está mais do que na hora de repensar o momento e redefinir parâmetros que norteiam a elaboração de seus vinhos e sua identificação por parte de quem compra.


Se a França é atenta e precisa, mas demasiado rígida, na legislação que rege suas Appellation d´Origine Contrôlée, a A.O.C., a Itália é lenta e deixa a desejar na definição de suas DOC e DOCG, a Denominazione di Origine Controllata e a Garantita. No caso dos franceses, são basicamente os produtores que reclamam, já que as normas impostas pelo órgão soberano, o INAO, Institut Nacional des Appellations d´Origine, os deixam sem flexibilidade para atender às novas tendências de mercado. Isso explica a situação complicada em que se encontram boa parte dos petits châteaux de Bordeaux, perdendo terreno frente aos vinhos do Novo Mundo, que apresentam rótulos com relação qualidade x preço bem mais interessantes. Bem ou mal, no entanto, a França define claramente - há tempos e de forma imutável - região, suas características e, em boa parte delas alguma classificação, utilizando termos como grand cru e premier cru, entre outros.
Já pelo lado italiano, o consumidor é de certa forma, o mais prejudicado. A história começa na década de 60, onde, até então, cada produtor fazia o que queria e de baixa qualidade. Na Toscana, em particular, conviviam parreiras no meio de oliveiras e outras culturas, e nem todos plantavam o mesmo clone de sangiovese, sua casta principal - segundo a lenda, tem nome originário de "sangue de Júpiter" ou "sanguis Jovis", numa alusão a cor intensa do vinho. Era pratica comum a mistura de vinhos de várias zonas, impossibilitando determinar com certeza a região de origem e daí sua defesa no mercado. A introdução da legislação DOC em 1964 tentou colocar ordem na casa, delimitando áreas de produção e estabelecendo regras de cultivo, entre elas as variedades que deveriam (obrigatoriamente) serem utilizadas.
A definição das castas a serem empregadas não levava em conta qualidade, mas o aproveitamento de vinhedos então plantados. Assim, os chiantis deveriam ser elaborados com cerca de 75% de sangiovese, tendo como complemento a tinta canaiolo e as brancas malvasia e trebbiano. A composição, fórmula imaginada ainda nos idos de 1840 pelo Barão Bettino Ricasoli, tinha como função dar frescor ao vinho e deixá-lo mais prazeroso logo de início. A receita pode ter dado resultado em outros tempos, por volta de 1960 não mais.
A saída, para quem buscava vinhos acima da média, foi abrir mão da Denominação de Origem (Chianti), e utilizar castas "proibidas", em especial merlot e cabernet sauvignon, que permitiriam atingir patamares superiores de qualidade. Nascia, então, uma nova categoria de vinhos, os "rebeldes", que ficou conhecida, informalmente, por "supertoscanos". O pioneiro foi o Sassicaia, rótulo que ganhou incrível prestígio e abriu caminho para os demais.
O Sassicaia nasceu da ideia do Marquês Mario Incisa della Rocchetta, piemontês de origem, que em meados dos anos 40 resolveu plantar em sua propriedade de Bolgheri, às margens do Mar Tirreno, mudas trazidas do Château Latour. Era, na verdade, fruto da admiração do Marquês por grandes bordeaux. A região de Bolgheri, aliás, ainda que tivesse influência marítima, tal qual Bordeaux, nem era reconhecida por eventual aptidão à viticultura. Incisa della Rocchetta não tinha objetivo de desenvolver uma atividade vitivinícola na área. Sua vontade era continuar se dedicando a criar ali cavalos puro sangue e, como "brincadeira" fazer um pouco de vinho.
Desde sua primeira safra oficial, a de 1968, o Sassicaia demonstrara virtudes, e foram elas que levaram Piero Antinori, mentor da célebre casa toscana e sobrinho de della Rocchetta, a convencer o tio a lhe vender 3000 garrafas do vinho. Antinori, então, "emprestou" seu brilhante enólogo da época, Giacomo Tacchis, hoje aposentado, que moldou e deu estilo ao Sassicaia, influenciando daí toda uma geração de produtores na Itália. Inclusive Ludovico Antinori, irmão e sócio de Piero na vinícola da família, que até então preferia vida boa na Califórnia a trabalhar no setor. Pressentindo que o negócio tinha futuro e era glamoroso, Ludovico montou em 1981 sua própria vinícola, vizinha ao do parente, a Tenuta dell´Ornellaia, alcançando semelhante sucesso.
Por muito tempo, os ditos supertoscanos ficaram sem classificação oficial, sendo confundidos como meros Vino da Tavola, os "vinhos de mesa", como são classificados os rótulos mais medíocres do país. A correção só viria em 1992, com a instituição da menção IGT, Indicazione Geografica Tipica, usada até hoje por boa parte dos rótulos italianos de primeira linha que utilizam castas não autorizadas. No fundo, IGT não se prende a delimitações específicas de zonas, abrangendo áreas bem mais amplas - caso da Maremma, região costeira da Toscana -, e tem uma abordagem mais flexível na condução do processo.
Nesse meio tempo, ao invés de regulamentar práticas que tanto deram certo que elevaram o conceito da Toscana no meio vinícola internacional, os organismos italianos responsáveis pela tutela do setor deram sequência ao conceito da DOC, implantando, a partir de 1983, a DOCG, que, a rigor, se caracteriza por alguns (pouco relevantes) controles suplementares e uma demarcação mais precisa de áreas já "premiadas" com a classificação anterior, teoricamente um "upgrade". Uma das primeiras foi a do Chianti Classico, que ficou restrito ao vinho produzido na zona original entre Florença e Siena, e que tem potencial reconhecidamente superior aos demais.
Outros seis Chiantis foram geograficamente delimitados, portando cada um o nome de cidades que eles circunscrevem: Rufina, Montalbano, Colli Fiorentini, Colli Senesi, Colli Aretini, e Colli Pisane.
Para evidenciar que a promoção para a categoria DOCG não é reconhecimento de um produto de qualidade superior vale citar que nela também se inclui o (simplório) Chianti propriamente dito, que vem de uma área ampla e heterogênea - no início do século XX, a área de vinhedos foi alargada de forma indiscriminada e tomou conta de boa parte da Toscana.
A conclusão mais importante e que o consumidor precisa ter consciência para se desvencilhar do conceito, é que a menção DOCG, e mais ainda a DOC, ostentada em rótulos de vinhos italianos, definitivamente não é garantia de qualidade, é apenas de procedência. A qualidade de um vinho está associada exclusivamente ao potencial do vinhedo, o terroir, e à capacidade, talento e propósito de quem tem a responsabilidade de extrair esses recursos ofertados por "mamãe natureza". A bem da verdade, não é diferente na classificação IGT. Aqui, ao menos, o produtor pode interpretar com liberdade o potencial qualitativo que sua terra oferece.
Os defensores das categorias DOC e DOCG argumentam que só sob suas normas e fronteiras é possível se falar em origem geográfica, comportamento e preservação das castas nativas, e expressão de terroir - é uma área demarcada e, teoricamente, com alguma homogeneidade. Não deixa de ser verdade. Por outro lado, hoje o produtor impõe tanto seu estilo que acaba camuflando esses atributos. O conselho é se fixar no nome do produtor e, se agradar, ser fiel a ele. Melhor dizendo, "nomes dos produtores". Não esquecer que o que faz do vinho uma bebida mágica é sua diversidade. Na semana que vem uma abordagem mais específica sobre as regiões da Toscana e seus produtores." (Fonte: Jorge Lucki – Valor)

sábado, 22 de maio de 2010

Cabernet Sauvignon Top Novo Mundo

Abaixo estao as fichas técnicas de cada um dos vinhos degustados.....







sexta-feira, 21 de maio de 2010

Cabernet Sauvignon Top Novo Mundo


Estivemos ontem no La Caballerizza, para a nossa 5ª degustação do ano: Cabernet Sauvignon Top do Novo Mundo. O restaurante que fica na Al. Campinas, 530, próximo à Al. Santos, possui uma area mais reservada, no fundo, onde foi conduzida a degustação.
A casa, de origem Argentina, possui um ambiente bem agradável e excelentes carnes. O menu do jantar foi o seguinte:

Entrada
Chorizo de Rueda, Salsicha Parrillera e Provoleta;

Prato Principal
Bife de Chorizo e Churrasco de Salmon Rosado

Sobremesa
Inicialmente, salada de frutas, seguida por uma excelente panqueca de dulce de leche e um Almendrado Casero.

A comida e o local, estavam excelentes.

A degustação teve representantes de importantes países do Novo Mundo: Chile, Estados Unidos e Australia, com elevados níveis alcoólicos. A seguir uma breve descrição dos vinhos degustados:

Paul Hobbs 2007
Produtor: Paul Hobbs
País/Região: USA/Napa valley
Graduação alcoolica: 14.9%

Chateau Montelena 2000
Produtor: Chatreau Montelena
País/Região: USA/Napa valley
Graduação alcoolica: 13.9%

Don Maximiano 1998
Produtor: Errazuris
País/Região: Chile/Aconcagua
Graduação alcoolica: 14%

Montes Alpha M 2003
Produtor: Vina Montes
País/Região: Chile/Apalta
Graduação alcoolica: 14%

Stags Leap SLV 2005
Produtor: Stags Leap
País/Região: USA/Napa Valley
Graduação alcoolica: 14.5%

Caymus Special Selection 2006
Produtor: Caymus
País/Região: USA/Napa Valley
Graduação alcoolica: 15.4%

Mollydooker Gigglepot 2006
Produtor: Mollydooker
País/Região: Australia/McLaren Vale
Graduação alcoolica: 16%

Vinhos degustados




Apesar da presença de excelentes vinhos, de safras mais antigas, tivemos um painel bastante equilibrado. O Campeão da noite, foi o Californiano, de Napa Valley, Paul Hobbs Cabernet Sauvignon 2007, um vinho muitíssimo equilibrado, que foi escolhido o melhor vinho por quatro confrades e o segundo melhor por outros dois. Por mais incrível que possa parecer, o último colocado foi o Caymus Special Selection 2006, o vinho mais caro do painel, que apesar de apresentar um bouquet muito agradável, com aromas florais muito intrigantes, na boca estava muito tânico, e até desagradável.




Vejam os resultados completos abaixo:

No nosso próximo encontro, degustaremos os Super Toscanos, no dia 17 de junho. Nos vemos lá....

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Pinot Noir Novo Mundo

Ontem realizamos a nossa 4ª degustação do ano, no La Casserole. O restaurante possui uma sala fechada, e foi lá que fizemos o evento.

O menu do jantar foi o seguinte:

Entrada
Atum marinado ao shoyu e gengibre com “brunoise” crocante de moranga ao aroma de baunilha, ou Salada Forestiére;

Prato Principal
Magret de Pato com molho poivre e batata rosti, Jarret de vitelo com molho “demi glace” e couscous marroquino de cogumelos, ou ainda, Filet mignon Henry IV, sauce béarnaise

Sobremesa
Profiterolles ou Chese cake ao mascarpone e compota de mirtilo

Na minha opinião, a comida estava excelente.

A degustação teve representantes das principais regiões produtoras do Novo Mundo: Argentina, Chile, Estados Unidos e Nova Zelândia. A seguir uma breve descrição dos vinhos degustados:

Chacra 55 2006
Produtor: Bodega Chacra
País/Região: Argentina/Patagonia
Graduação alcóolica: 13.0%

Laurene 2005
Produtor: Drouhin
País/Região: USA/Oregon
Graduação alcóolica: 13.9%

Lo Abarca 2005
Produtor: Casa Marin
País/Região: Chile/San Antonio
Graduação alcóolica: 14.6%

Pegasus Bay 2004
Produtor: Donaldson Family
País/Região: Nova Zelandia/Waipara
Graduação alcóolica: 15.0%

Framingham 2008
Produtor: Framingham
País/Região: Nova Zelandia/Malborough
Graduação alcóolica: 13.5%

Rippon 2004
Produtor: Rippon
País/Região: Nova Zelandia/Central Otago
Graduação alcóolica: 13.0%

ZD 2007
Produtor: ZD wines
País/Região: USA/Carneros
Graduação alcóolica: 13.5%

Montes Alpha 2008
Produtor: Vina Montes
País/Região: Chile/Casablanca
Graduação alcóolica: 14.0%

Flowers 2007
Produtor: Flowers
País/Região: USA/Sonoma Coast
Graduação alcóolica: 13.4%

Amayna 2003
Produtor: Garces Silva
País/Região: Chile/San Antonio
Graduação alcóolica: 14.2%



Vinhos degustados





Apesar de um painel bastante equilibrado, com uma baixa dispersão de notas, o Campeão da noite, foi o Californiano, de Sonoma Coast, Flowers 2007, que foi escolhido o melhor vinho por dois confrades e o segundo melhor por outros cinco. O último colocado foi outro californiano, de Carneros, o ZD 2007.




Vejam os resultados completos abaixo.




O nosso próximo encontro será Cabernet Sauvignon Top Novo Mundo, no dia 20 de maio. Nos vemos lá....

sexta-feira, 19 de março de 2010

Chardonnay Novo Mundo

A degustação de Chardonnay Novo Mundo, realizada ontem no Rosmarino, teve representantes das mais diversas regiões produtoras: Africa do Sul, Argentina, Australia, Chile, Estados Unidos, Nova Zelândia e até um intruso Francês, de idade já bastante avançada.

O jantar, como de costume, estava excelente e contou com uma salada verde com crostini de queijo de cabra e um badejo em crosta de castanha de caju sobre rösti de batata e alecrim, baixinho, grande e crocante. As sobremesas estavam maravilhosas.

Abaixo uma breve descrição dos vinhos degustados:

EQ 2006
Produtor: Matetic Vineyards
País/Região: Chile/Vale de San Antonio
Graduação alcóolica: 14,5%

Baroness Nadine 2007
País/Região: Africa do Sul/Franschhoek Valley
Graduação alcóolica: 13,5%

Mer Soleil 2006
Produtor: Mer Soleil
País/Região: USA/Rutherford, Santa Lucia Highlands
Graduação alcóolica: 14,5%

Sol de Sol 2005
Produtor: Viña Aquitania
País/Região: Chile/Malleco Valley
Graduação alcóolica: 13,5%

Neil Ellis Elgin 2005
Produtor: Neil Ellis Wines
País/Região: Africa do Sul/Stellenbosch
Graduação alcóolica: 13,5%

Domaine Laroche St. Martin 1998
Produtor: Domaine Laroche
País/Região: França/Chablis
Graduação alcóolica: 12,0%

Sonoma Cutrer 2005
Produtor: Sonoma Cutrer
País/Região: USA/California, Sonoma Coast
Graduação alcóolica: 14,2%

Greenstone 2006
Produtor: Gibbston Valley
País/Região: Nova Zelandia/Central Otago
Graduação alcóolica: 13,5%

Show Reserve 2005
Produtor: Rosemount
País/Região: Australia/Hunter Valley
Graduação alcóolica: 13,5%

Rawson's Retreat 2008
Produtor: Penfolds
País/Região: Australia/Southeast
Graduação alcóolica: 13,0%

Alamos 2008
Produtor: Catena
País/Região: Argentina/Lujan de Cuyo
Graduação alcóolica: 14,0%



O Campeão da noite, foi o excelente vinho Californiano, Mer Soleil 2006, que foi escolhido o melhor vinho por dois confrades e o segundo melhor por outros cinco. O grande perdedor foi o Chablis ancião, que apresentou sinais de decrepitude e oxidação.


Vejam os resultados completos abaixo.


O nosso próximo encontro Pinot ao redor do Mundo, acontecerá no dia 29 de abril. Até lá....


quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Rosés

Ontem estivemos no Bistrô de La Paix, na Rua Tupi, 844, para a nossa degustação de Rosés. O painel foi muito interessante, com vinhos das mais diversas procedências e características bem diferentes. A comida entretanto não foi o ponto alto da noite e deixou a desejar. Fizemos a degustação na adega, um local bem agradável. Abaixo estou apresentando os vinhos, na ordem em que foram degustados. Aguardem os resultados.

Enchanteur 2006
Produtor: The Colonial Estate
País/Região: Australia/Barossa Valley
Variedades: Grenache

Blanc de Pinot Noir 2006
Produtor: Gibbson Valley
País/Região: Nova Zelândia/Central Otago
Variedades: Pinot Noir

Le “ C “ des Domaine Tari 2006
Produtor: Domaine de la Bégude
País/Região: França/ Côtes de Provence
Variedades: Mourvèdre, Cinsault, Grenache, Syrah, Cabernet Sauvignon e Carignan

Vigne Nuove Cerasuolo 2007
Produtor: Valle Reale
País/Região: Itália/Montepulciano d’Abruzzo
Variedades: Montepulciano

Redoma 2007
Produtor: Niepoort
País/Região: Portugal/Douro
Variedades: Tinta Amarela (30%), Touriga Franca (20%) e 50% outras.

Chateau Deffends 2008
Produtor: Chateau Deffends
País/Região: França/ Côtes de Provence
Variedades: Cinsault 50%, Syrah 25% e Grenache 25%

Domaine Giudicelli 2005
Produtor: Domaine Giudicelli
País/Região: França/Patrimonio (Córsega)
Variedades: Niellucciu 75% e Grenache 25%.

Villa Francioni 2007
Produtor: Villa Francioni
País/Região: Brasil/ São joaquim (Serra Catarinense)
Variedades: Cab. Sauvignon, Cab. Franc, Merlot, Malbec, Syrah, Sangiovese e Pinot Noir

Selecion Especial Martinez Bujanda
Produtor: Bodegas Valdemar
País/Região: Rioja
Variedades: Garnacha



















O melhor vinho da noite, foi o francês Domaine Giudicelli, proveniente da Córsega, que foi escolhido o melhor vinho por quatro confrades.



Vejam os resultados completos abaixo.



sábado, 30 de janeiro de 2010

Champagnes Não Safradas

No último dia 20 de Janeiro, nos reunimos no Kinoshita para o primeiro encontro de 2010, com a degustação das seguintes Champagnes Não Safradas:

Pol Roger, Mumm, Gosset, Michel Gonet, Deutz, Laurent Perrier, Piper Heidsieck, Louis Roederer, e ainda um espumante nacional, o Valduga 130.

O evento foi memóravel, o ambiente (Espaço Krug) e a comida estavam fantásticos.

A classificação dos Champagnes foi a seguinte:


















Veja os detalhes abaixo:

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Tabela de Safras

Para que nos sirva de referência, publico aqui a Tabela de Safras 2010 da Mistral. Para visualizar, basta clicar na imagem.