domingo, 22 de maio de 2011

Chianti Classico DOCG Riserva

Na última 5ª feira, dia 19 de maio, fizemos mais uma excelente degustação no Rosmarino, com a presença de 8 confrades, degustamos oito excelentes exemplares de Chianti Classico DOCG, sendo o mais novo de 2007, e o mais antigo de 2001. O excelente menu, como de costume esteve a cargo do nosso confrade Paulo Sampaio.

Os vinhos harmonizaram de forma excepcional com o menu escolhido..

Couvert: Pães especiais da casa, chèvre al huille, relish de pepino e manteiga

Entrada: Gaspacho Andaluz

Primeiro prato: Fetuccine fresco com porcini

Prato principal: Stinco de cordeiro com purê de mandioquinha

Sobremesas: Crema catalana de milho-verde

O ambiente, a comida e o serviço, como sempre, estavam excelentes..

Como mencionado acima, a degustação contou com oito vinhos, com níveis alcoólicos variando entre 13.5% e 14%.


A seguir uma breve descrição dos vinhos degustados:

Castello di Quercetto 2004
Produtor: Alessandro Francois
País/Região: Italia/Greve in Chianti
Graduação alcoolica: 13.5%

Castello di Quercetto 2004
Produtor: Alessandro Francois
País/Região: Italia/Greve in Chianti
Graduação alcoolica: 13.5%

Felsina Berardenga 2006
Produtor: Felsina
País/Região: Italia/Castelnuovo Berardenga
Graduação alcoolica: 13.5%

Castello di Quercetto 2004
Produtor: Alessandro Francois
País/Região: Italia/Greve in Chianti
Graduação alcoolica: 13.5%

Famiglia Zingarelli Riserva 2006
Produtor: Rocca delle Macie
País/Região: Italia/Castellina in Chianti
Graduação alcoolica: 14%

Fontalpino 2007
Produtor: Fattoria Fontalpino
País/Região: Italia/Castelnuovo Berardenga
Graduação alcoolica: 14%

Marchese Antinori 2001
Produtor: Tenute Antinori
País/Região: Italia/Firenze in San Casciano
Graduação alcoolica: 13.5%

Poggio a' Frati 2006
Produtor: Rocca di Castagnoli
País/Região: Italia/Gaiole in Chianti
Graduação alcoolica: 13.5%

O vinho mais antigo foi o Marchese Antinori 2001, com uma cor rubi ligeiramente atijolada apresentando sinais de evolução, aroma de frutas vermelhas, couro e tabaco. Um vinho encorpado e redondo de notável profundidade, estrutura e duração. Alem deste, tivemos três vinhos da safra 2004, três da safra 2006 e um da safra 2007.

Vinhos degustados


A D.O.C.G. Chianti Classico permite a produção de vinhos tintos elaborados com 80% da variedade Sangiovese e 20% de outras uvas, sendo Canaiolo, Colorino e Ciliegiolo as autóctones, e Cabernet Sauvignon e Merlot as internacionais. A graduação alcoólica mínima para os Riserva é 12,5%, e só podem ser colocados no mercado após maturação de dois anos, sendo que os Riserva deve também permanecer 3 meses em garrafa. *

As principais características dos Chiantis são a cor, que vai do rubi ao granada, os aromas marcados por toques florais de violeta, frutas como ameixa, e toques terrosos. Gustativamente apresentam alta acidez e taninos intensos que lhes garantem uma posição entre os vinhos que melhor compatibilizam com vários tipos de alimentos, especialmente carnes vermelhas e molhos a base de tomate e carne. *

Os vinhos degustados apresentaram uvas tipicas da região: Sangiovese, Canaiolo, ao lado da Cabernet Sauvignon e Merlot.

Os resultados do painel se mostraram muito equilibrados, com uma dispersão de notas na média aparada de apenas 1,3 pontos (de 88,7 a 90,0). O vinho que ficou em último lugar foi o Famiglia Zingarelli Riserva 2006, apesar de ter sido escolhido o segundo melhor por um dos confrades e o pior por apenas outros dois.

O segundo melhor vinho do painel, foi o Fontalpino 2007, considerado o melhor vinho por dois confrades e o segundo melhor por outros dois.

O Campeão da noite, foi o Marchese Antinori 2001, que ficou em primeiro lugar para dois confrades e em segundo para um outro. Este excelente vinho recebeu 90 pontos da Wine Advocate e 91 pontos da Wine Spectator.



Vejam os resultados completos abaixo.



Não se esquecam que o nosso próximo encontro será no dia 16 de Junho, quando degustaremos Bordeaux: Margem Direita vs Margem Esquerda. Até lá....

* Fonte: FreeTime Magazine

domingo, 8 de maio de 2011

Chianti


History and Landscape

Chianti has always been by definition the wine of Tuscany, making this part of Italy famous throughout the world. Still today, despite the many differences of style deriving from the varied areas of production, it continues to maintain the prestige of Italian wine on the international market. The first territorial demarcation regarding Chianti dates back to 1932, while the Denominazione di Origine Controllata ("appellation contrôlée") was introduced in 1967 and in 1984 the Denominazione di Origine Controllata e Garantita ("appellation contrôlée et garantie") was recognised. The name Chianti is completed by the Superiore category and the geographical denominations such as "Colli Aretini", "Colli Fiorentini", "Colli Senesi", "Colline Pisane", "Montalbano", "Rufina", and "Montespertoli". The definition "Classico" is limited to wines from the order original areas of production, autonomously controlled by the specific discipline inherent in the "Chianti Classico" denomination of 1996.

Area of Production

Chianti is produced in various areas of Tuscany, which as a whole form the largest wine?producing region in Italy. This area includes all or part of the regions of Arezzo, Florence, Pisa, Pistoia, Prato and Siena. The production area for Chianti Classico was defined by Italian Law on the 31 July 1932, and it includes parts of the provinces of Florence and Siena.

The Grapes

The grapes essentially used in Chianti are: Sangiovese (minimum 75%), Canaiolo Nero (red) (up to 10%), Trebbiano Toscano & Malvasia del Chianti (up to 10%), and complementary red grapes (up to 10%). For Chianti Classico, up to 6% of Trebbiano and Malvasia Bianca (white) are used, as well as maximum 15% of complementary red grapes. The maximum grape yield per hectare for Chianti is 90 quintals (19,840 lbs.), while for the Chianti Classico and the Superiore the yield is 75 quintals per hectare. Chianti wines cannot be put on sale prior to the 1st of March of the year after the grapes' production year, except for Chianti dei Colli Fiorentini, Rufina and Superiore, which can be tasted starting from the 1st of June. The Riserva variety must be aged for at least two years starting from the 1st of January following the grapes' production year. A three?month period of bottle ageing is also compulsory for this wine. Chianti Classico wines are ready for consumption only starting from the 1st of October after the harvest year. The Riserva quality must undergo ageing for at least 24 months, followed by a bottle finish?ageing of min. 3 months.

Organoleptic Characteristics

Chianti is characterised by a vivacious ruby red colour tending towards garnet with age. The flavour is dry, balanced and sapid, slightly tannic, refining over time into velvety softness. The bouquet is intensely vinous, with occasional hints of violets, a character which refines with ageing. The minimum alcohol is 11.5°, and 12° for the wine from certain sub?zones (Colli Fiorentini, Rufina and Montespertoli) as well as for Chianti Superiore and Chianti Classico. The min. alcohol for the Riserva quality is 12.5°.

Food Matches

Certain varieties of Chianti may be drunk as, palatable, pleasant, fresh young wine, while the unmistakable bouquet and flavour of others is enhanced by medium or long ageing. Generally speaking, however, Chianti is a versatile wine, suitable for every occasion. Some areas produce young wines which are excellent throughout the meal, as well as with first courses with meat sauces, boiled meat and stews. More structured medium aged Chianti wines go well with poultry and white meat roasts. Finally the great, well aged, strong Chianti wines are the ideal accompaniment for roasts, game and mature cheeses.

sábado, 16 de abril de 2011

Douro Reserva

Na última 5ª feira, dia 14 de abril, fizemos mais uma degustação no Rosmarino, com a presença de 8 confrades, degustamos oito excelentes exemplares do Douro, sendo o mais novo de 2007, e o mais antigo de 1996. O menu, sempre a cargo do nosso confrade Paulo Sampaio estava excelente como de costume, especialmente a polenta com queijo camembert derretido.

Os vinhos harmonizaram de forma excepcional com o menu escolhido..

Couvert: Pães especiais da casa, chèvre al huille, relish de pepino e manteiga.

Entrada: Polenta com queijo camembert derretido ou cogumelos mistos.

Prato principal: Filé ao poivre com batatas grisette ao alecrim.

Sobremesas: Creme brulée ao limão siciliano, tarte tatin com sorvete de canela, torta de nozes e mel com sorvete de creme, sorvete de coco com baba de moça ou terrine de frutas frescas.

O ambiente, a comida e o serviço, como sempre, estavam excelentes..

Como dito acima, a degustação contou com oito vinhos, com níveis alcoólicos variando entre 12.5% e 15%.











A seguir uma breve descrição dos vinhos degustados:

Casa do Casal de Loivos 2004
Produtor: Van Zeller
País/Região: Portugal/Douro
Graduação alcoolica: 14.5%

Cotto Grande Escolha 2000
Produtor: Champalimaud
País/Região: Portugal/Douro
Graduação alcoolica: 12.5%

La Rosa 2004
Produtor: Quinta da Rosa
País/Região: Portugal/Douro
Graduação alcoolica: 15%

Quinta Seara D'Ordens 2005
Produtor: Quinta Seara D'Ordens
País/Região: Portugal/Douro
Graduação alcoolica: 13.5%

Poeira 2005
Produtor: Lavradores de Feitoria
País/Região: Portugal/Douro
Graduação alcoolica: 13.5%

Passadouro Reserva 2005
Produtor: Quinta do Passadouro
País/Região: Portugal/Douro
Graduação alcoolica: 14%

Quinta Vale D. Maria 2007
Produtor: Van Zeller
País/Região: Portugal/Douro
Graduação alcoolica: 14.5%

Casa Ferreirinha 1996
Produtor: A. A. Ferreira
País/Região: Portugal/Douro
Graduação alcoolica: 12.5%

O vinho mais antigo foi o Casa Ferreirinha 1996, que apresentou uma cor rubi ligeiramente atijolada apresentando sinais de evolução, aromas discretos de fruta madura e macio na boca. Alem deste, tivemos 1 vinho da safra 2000, dois da safra 2004, três da safra 2005 e um da safra 2007.

Vinhos degustados












A região demarcada do Douro, é tradicionalmente responsável pelas uvas utilizadas na produção do tradicional vinho do Porto. Uma nova lei em 1986 permitiu que os produtores do Douro pudessem exportar os seus produtos de forma independente, dando mais dinamismo à produção naquela região. Este novo dinamismo foi, sem dúvida, o que levou muitos produtores a considerarem a possibilidade de produzir vinhos de mesa, alem dos tradicionais vinhos do Porto. Desde então, houve um maior desenvolvimento de vinhos premium no Douro e hoje existe um número razoável de vinhos que podem ser considerados de classe mundial.

O painel foi bastante equilibrado e os vinhos degustados apresentaram uma grande variedade de uvas tipicas da região, entre elas: Touriga Franca, Tinta Roriz, Tinta Amarela, Touriga Nacional, Tinta Amarela e Souzão. Vinhos relativamente jovens, se abriram bastante ao longo da degustação. O Quinta de La Rosa 2005 se mostrou demasiadamente alcoolico, principalmente no nariz.

Os resultados do painel se mostraram muito equilibrados, com uma dispersão de notas na média aparada de apenas 1,4 pontos (de 88,8 a 90,2). O vinho que ficou em último lugar foi o Quinta Seara D'Ordens 2005, apesar de ter sido escolhido o melhor por um dos confrades, o segundo melhor por outro e o pior por apenas dois confrades.

O segundo melhor vinho do painel, foi o La Rosa 2004, considerado o melhor vinho por dois confrades e o segundo melhor por outro.

O Campeão da noite, foi o Casa Ferreirinha 1996, importado pela Zahil, que ficou em primeiro lugar para dois confrades e em segundo para outros dois. Este vinho que ainda está muito vivo, com uma boa acidez, recebeu nada menos que 91 pontos da Wine Spectator.








Vejam os resultados completos abaixo.











Não se esquecam que o nosso próximo encontro será no dia 19 de Maio, quando degustaremos Chianti Classico DOCG Riserva. Até lá....

domingo, 10 de abril de 2011

Região Demarcada do Douro

Embora nem todos o sabem fazem parte da Região Demarcada do Douro as propriedades que foram de D. Maria Angélica de Sousa Pinto Barroso, na Freguesia de Frechas, e as da Sociedade Clemente Meneres, nas freguesias de Romeu, Avantos, Frechas e Carvalhais, do Concelho de Mirandela.

A Região Demarcada do Douro foi durante séculos produtora apenas do célebre "Vinho do Porto" sendo o vinho de mesa considerado como um produto de menor qualidade e sem interesse para a economia do Douro.

Felizmente para os amantes do vinho, esta filosofia foi alterada, passando a olhar-se o vinho de consumo aqui produzido como um produto tão nobre como o "Vinho Fino".

É de louvar o contributo dado pelas grandes marcas instaladas no Douro, para a divulgação e promoção do Vinho DOC Douro.

Com a publicação do Dec. Lei nº 1080/82 de 17 de Novembro é criada a região DOC Douro passando esta a usufruir de todos os benefícios daí resultantes.
 
Dos Vinhos aqui produzidos apenas cerca de 50% são destinados a vinhos de mesa, sendo os restantes destinados a "Vinho do Porto".

Situação Geográfica
















Esta região abrange no distrito de Vila Real: os concelhos de Mesão Frio, Peso da Régua e Santa Marta de Penaguião e as freguesias de Alijó, Amieiro, Carlão, Casal de Loivos, Castedo, Cotas, Favaios, pegarinhos, Pinhõ, Sanins do Douro, Santa Eugênia, São Mamede de Riba Tua,Vale de Mendiz, Vilar de Maçada e Vilarinho de Cotas do Concelho de Alijó; as freguesias de Candedo, Murça e Noura, do Concelho de Murça; as freguesias de Celeirós, Covas do Douro, Gouvães do Douro, Gouvinhas, Paradela de Guiães, Provesende, São Cristóvão do Douro, Vilarinho de São Romão, São Martinho de Anta, Souto Maior, Paços e Sabrosa, do Concelho de Sabrosa; as freguesias de Abaças, Ermida, Folhadela, Guiães, Mateus, Nogueira, Vila Real (Nossa Senhora da Conceição), parada de Cunhos (São Pedro) e Vila Real (S. Dinis) do Concelho de Vila Real.

No distrito de Bragança: as freguesias de Vilarelhos do Concelho de Alfândega da Fé; as freguesias de Carrazeda de Ansiães, Castanheiro do Norte, Ribalonga, Linhares, Beira Grande, Seixo de Anciães, Parambos, Pereiros, Pinhal do Norte, Pombal, Lavandeira e Vilarinho da Castanheira, do Concelho de Carrazeda de Ansiães; as freguesias de Ligares, Poiares, Mazouco e Freixo de Espada-à-Cinta; as freguesias de Açoreira, Adeganha, Cabeça Boa, Horta, Lousa, Peredo dos Castelhanos, Urros e Torre de Moncorvo, do Concelho de Torre de Moncorvo; as freguesias de Assares, Lodões, Roios, Sampaio, Santa Comba da Vilariça, Vale Freixoso, Freixiel, Vilarinho das Azenhas e Seixo de Manhoses, as Quintas da Peça e das Trigueiras e as propriedades de Vimieiro, situadas na freguesias de Vilas Boas e Vila Flor do Concelho de Vila Flor; as propriedades que foram de D. Maria Angélica de Sousa Pinto Barroso, na Freguesia de Frechas, e as da Sociedade Clemente Meneres, nas freguesias de Romeu, Avantos, Frechas e Carvalhais, do Concelho de Mirandela.

No distrito de Viseu: as freguesias de Armamar, Aldeias, Fontelo, Santo Adrião, Vacalar e Vila Seca, do Concelho de Armamar; as freguesias de Valdigem, Sandes, Penajóia, Parada do Bispo, Cambres, Samudães, Ferreios de Avões, Figueira, Santa Maria de Almacare e Sé e as Quintas de Fontoura, do Prado e as Várzeas, na freguesia de Várzea de Abrunhais, do Concelho de Lamego; a freguesia de Barrô, do Concelho de Resende; as freguesias de Casais do Douro, Ervedosa do Douro, Castanheiro do Sul, Nagozelo do Douro, Sarzedinho, Soutelo do Douro, Espinhosa, Paredes de Beira, Trefões, Vale de Figueiras, Valongo dos Azeites, Várzea de Trevões, Vilarouco e São João da pesqueira; as freguesias de Adorigo, Valença do Douro, Barcos, Granjinha, Desejosa, Távora, Pereiro, Sendim, Santa Leocádia e Tabuaço, do Concelho de Tabuaço.

No distrito da Guarda; o Concelho de Vila Nova de Foz Côa; a freguesia de Escalhão, do Concelho de Figueira de Castelo Rodrigo; as freguesias de Longroiva, Poço do Canto, Fontelonga e Meda, do Concelho de Meda.

Solos / Vinhedos

Os solos são compostos por xistos do câmbrico e pré-câmbrico ricos em potássio e pobres em matéria orgânica, e uma pequena camada de terra argilosa.

A vinha é tradicionalmente plantada em terraços ou socalcos e mais recentemente graças às novas tecnologias apareceu o chamado plantio ao alto o que facilita todo o trabalho de produção, mas vem alterar profundamente a paisagem característica do "Douro".

A vinha é conduzida em bardos ou cordões aramados ou não.

Castas Brancas : Arinto, Boal, Cerceal, Donzelinho Branco, Esgana Cão, Folgazão, Verdelho, Malvasia Corada, Malvasia Fina, Rabigato, Branco sem Nome, Dona Branca, Fernão Pires, Malvasia Parda, Rabo de Ovelha e Viosinho.

Tintas :Bastardo, Cornifesto, Donzelinho Tinto, Malvasia Preta, Mourisco Tinto, Periquita, Rufete, Tinta Amarela, Tinta da Branca, Tinta Barroca, Tinta Francisca, Tinta Roriz, Tinta Cão, Touriga Francesa, Touriga nacional, Alvarelhão, Souzão, Tinta Carvalha e Touriga Brasileira.


Fonte: www.cm-mirandela.pt

segunda-feira, 21 de março de 2011

Rioja Gran Reserva, com mais de 8 anos


Na última 5ª feira, dia 17 de março, fizemos mais uma degustação no Rosmarino, com a presença de apenas 5 confrades, degustamos seis otimos exemplares de Rioja Gran Reserva, com mais de 8 anos. O menu escolhido pelo nosso confrade Paulo Sampaio, como normalmente, estava excelente.

Os vinhos harmonizaram de forma excepcional com o menu escolhido..

Couvert: Pães especiais da casa, chèvre al huille, relish de pepino e manteiga.

Entrada: Mini-salada.

Primeiro Prato: Risoto à milanesa e funghi porcini.

Prato Principal: Guisado de cordeiro com polenta mole.

Sobremesas: Creme brulée ao limão siciliano, tarte tatin com sorvete de canela, torta de nozes e mel com sorvete de creme, sorvete de coco com baba de moça ou terrine de frutas frescas.

O ambiente, a comida e o serviço, como de costume, estavam excelentes..

Como dito acima, a degustação contou com seis vinhos, apesar de um repetido, com níveis alcoólicos variando entre 13 e 14%.


A seguir uma breve descrição dos vinhos degustados:

Faustino Gran Reserva 1994
Produtor: Bodegas Faustino
País/Região: Espanha/Rioja
Graduação alcoolica: 13%

Castillo Ygay Gran Reserva 2001
Produtor: Marques de Murrieta
País/Região: Espanha/Rioja
Graduação alcoolica: 14%

Campillo Gran Reserva 1995
Produtor: Bodegas Campillo
País/Região: Espanha/Rioja
Graduação alcoolica: 13.5%

Izadi Seleccion Reserva 2001
Produtor: Viña Villabuena
País/Região: Espanha/Rioja
Graduação alcoolica: 13.7%

Campillo Gran Reserva 1995
Produtor: Bodegas Campillo
País/Região: Espanha/Rioja
Graduação alcoolica: 13.5%

Gran Reserva 904 1997
Produtor: La Rioja Alta
País/Região: Espanha/Rioja
Graduação alcoolica: 13%

O vinho mais antigo foi o Faustino Gran Reserva 1994 da Bodegas Faustino, que apresentou uma cor vermelha rubi, com toques atijolados, uma excelente acidez, porem com uma persistência não muito longa. Alem deste, tivemos 2 vinhos da safra 1995, um da safra 1997 e dois da safra 2001, sendo que um era apenas Reserva.

Vinhos degustados


Os vinhos Gran Reserva de Rioja, são vinhos de grandes safras, envelhecidos pelo menos dois anos em barril de carvalho e três em garrafa. Rioja foi a primeira região vinícola espanhola a adotar as tipificações Crianza, Reserva e Gran Reserva. As castas utilizadas em Rioja, são normalmente, Garnacha, Graciano, Mazuelo e Tempranillo

Os Rioja Gran Reserva com mais de 8 anos de evolução, são vinhos que apesar da idade ainda apresentam grande potencial de envelhecimento, pois ainda possuem excelente acidez. Os aromas dos vinhos mais evoluidos estava ótimo, apresentado toques balsâmicos, couro e mentolado, entre outros. Os vinhos degustados estavam muito agradáveis de ser bebidos.

O painel apresentou resultados bastante interessantes, entretanto o vinho Castillo Ygay Gran Reserva 2001, decepcionou os confrades, tendo ficado em último lugar. No nariz, apresentou baixa complexidade aromática, alem de um aroma algo desagradável de acetona. Foi escolhido o pior vinho por 3 dos 5 confrades presentes.

O segundo melhor vinho do painel, foi o Gran Reserva 904 1997, considerado o melhor vinho por dois confrades e o segundo melhor por outros dois.

O Campeão da noite, foi um Rioja Reserva, o Izadi Seleccion Reserva 2001, importado pela Peninsula, que ficou em primeiro lugar para três confrades.

Vejam os resultados completos abaixo.

Em função do feriado, o nosso próximo encontro será no dia 14 de Abril, quando degustaremos Douro Reserva. Até lá....




quarta-feira, 16 de março de 2011

Rioja - Viticulture and grapes

Rioja wines are normally a blend of various grape varieties, and can be either red (tinto), white (blanco) or rosé (rosado). La Rioja has a total of 57,000 hectares cultivated, yielding 250 million liters of wine annually, of which 85% is red. The harvest time for most Rioja vineyards is September-October with the northern Rioja Alta having the latest harvest in late October. The soil here is clay based with a high concentration of chalk and iron (which provides the redness in the soil that may be responsible for the region's name Rioja meaning red). There is also significant concentration of limestone, sandstone and alluvial silt.

Among the Tintos, the best-known and most widely-used variety is Tempranillo. Other grapes used include Garnacha Tinta, Graciano, and Mazuelo. A typical blend will consist of approximately 60% Tempranillo and up to 20% Garnacha, with much smaller proportions of Mazuelo and Graciano. Each grape adds a unique component to the wine with Tempranillo contributing the main flavors and aging potential to the wine; Garnacha adding body and alcohol; Mazuelo adding seasoning flavors and Graciano adding additional aromas. Some estates, Marques de Riscal most notably, have received special dispensation to include Cabernet Sauvignon in the blend, due to historical inclusion of that grape in their wine that predates the formation of the Consejo Regulador.

With Rioja Blanco, Viura is the prominent grape (also known as Macabeo) and is normally blended with some Malvasía and Garnacha Blanca. In the white wines the Viura contributes mild fruitness, acidity and some aroma to the blend with Garnacha Blanca adding body and Malvasía adding aroma. Rosados are mostly derived from Garnacha grapes. The "international varieties" of Cabernet Sauvignon and Merlot have gained some attention and use through experimental plantings by some bodegas but their use has created wines distinctly different from the typical Rioja.

Some of the most sought after grapes come from the limestone/sandstone based "old vine" vineyards in the Alavesa and Alta regions. The 40 year plus old vines are prized due to their low yields and more concentrated flavors. A unique DO regulation stipulates that the cost of the grapes used to make Rioja must exceed by at least 200% the national average of wine grapes used in all Spanish wines.

Fonte: Wikipedia

Rioja Wines

Rioja is a wine, with Denominación de Origen Calificada (D.O.C. Qualified designation of origin) named after La Rioja, in Spain. Rioja is made from grapes grown not only in the Autonomous Community of La Rioja, but also in parts of Navarre and the Basque province of Álava. Rioja is further subdivided into three zones: Rioja Alta, Rioja Baja and Rioja Alavesa. Many wines have traditionally blended fruit from all three regions though there is a slow growth in single zone wines.

Geography and climate

Located south of the Cantabrian Mountains along the Ebro, La Rioja benefits from a continental climate. The mountains help to isolate the region which has a moderating effect on the climate. They also protect the vineyards from the fierce winds that are typical of northern Spain. Most of the region is situated on a plateau, a little more than 1,500 feet (460 m) above sea level. The area is subdivided into three regions - Rioja Alavesa, Rioja Alta and Rioja Baja. La Rioja Alavesa and la Rioja Alta, located closer to the mountains, are at slightly higher elevations and have a cooler climate. La Rioja Baja to the southeast is drier and warmer. Annual rainfall in the region ranges from 300 mm in parts of Baja to more than 510 mm in La Rioja Alta and Alavesa. Many of Rioja's vineyards are found along the Ebro valley between the towns of Haro and Alfaro.

The three principal regions of La Rioja are Rioja Alavesa, Rioja Alta and Rioja Baja with each area producing its own unique expression of Rioja wine.

Rioja Alta

Located on the western edge of the region and at higher elevations than the other areas, the Rioja Alta is known more for its "old world" style of wine. A higher elevation equates to a shorter growing season, which in turn produces unripe fruit flavors and a wine that is lighter on the palate.

Rioja Alavesa

Despite sharing a similar climate as the Alta region, the Rioja Alavesa produces wines with a fuller body and higher acidity. Vineyards in the area have a low vine density with large spacing between rows. This is due to the relatively poor conditions of the soil with the vines needing more distance from each other and less competition for the nutrients in the surrounding soil.

Rioja Baja

Unlike the more continental climate of the Alta and Alavesa, the Rioja Baja is strongly influenced by a Mediterranean climate which makes this area the warmest and driest of the Rioja. In the summer months, drought can be a significant viticultural hazard, though since the late 1990s irrigation has been permitted. Temperatures in the summer typically reach 95 °F. A number of the vineyards are actually located in nearby Navarra and the wine produced from those grapes belongs to the Rioja appellation. Unlike the typically pale color Rioja wine, Baja wines are very deeply colored and can be highly alcoholic with some wines at 18% alcohol by volume. The wines typically do not have much acidity or aroma and are generally used as blending components with wines from other parts of the Rioja.

Fonte: Wikipedia

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Sauvignon Blanc (N.Zelandia vs Chile)


No último dia 17, 5ª feira, estivemos no Rosmarino, para mais uma grande degustação. Com a presença de 8 confrades e a contribuição do nosso confrade João Paulo que apesar de não ter podido comparecer nos enviou o seu vinho, degustamos nove exemplares de Sauvignon Blanc, sendo 5 Neo Zelandeses e 4 Chilenos. O menu, como de costume, escolhido pelo nosso confrade Paulo Sampaio estava excelente.

Os vinhos harmonizaram de forma excepcional com o menu escolhido..

Couvert: Bruscheta de Tomate, pães especiais da casa, chèvre al huille, relish de pepino e manteiga

Entrada: Salmon com sour cream e pimenta rosa.

Prato principal: Anchova negra na manteiga, vinho branco, alcaparras e azeitonas verdes.

Sobremesas: Creme brulée ao limão siciliano, tarte tatin com sorvete de canela, torta de nozes e mel com sorvete de creme, sorvete de coco com baba de moça ou terrine de frutas frescas.

O ambiente, a comida e o serviço, acima de tudo, estavam excelentes, como de costume.

Como dito acima, a degustação contou com nove vinhos, sendo que cinco deles Neo Zelandeses e quatro Chilenos, com níveis alcoólicos variando entre 13 e 14%, sendo que a grande maioria apresentou 13,5%.










A seguir uma breve descrição dos vinhos degustados:

Terrunyo 2006      
Produtor: Concha y Toro  
País/Região: Chile/Casablanca    
Graduação alcoolica: 13.5%        
         
Cipreses 2009       
Produtor: Casa Marin        
País/Região: Chile/San Antonio  
Graduação alcoolica: 13.5%        
         
Nautilus 2006        
Produtor: Nautilus Estate  
País/Região: Nova Zelandia/Malborough
Graduação alcoolica: 13.5%        
         
Laurel 2005 
Produtor: Casa Marin        
País/Região: Chile/San Antonio  
Graduação alcoolica: 14% 
         
Jane Hunter 2009 
Produtor: Hunter's  
País/Região: Nova Zelandia/Malborough
Graduação alcoolica: 13.5%        
         
Framingham 2008 
Produtor: Framingham      
País/Região: Nova Zelandia/Malborough
Graduação alcoolica: 13% 
         
The Infame Goose 2009  
Produtor: Wild Rock        
País/Região: Nova Zelandia/Malborough
Graduação alcoolica: 13.5%        
         
Terrunyo 2006      
Produtor: Concha y Toro  
País/Região: Chile/Casablanca    
Graduação alcoolica: 13.5%        
         
Paretai 2006         
Produtor: Matua     
País/Região: Nova Zelandia/Malborough
Graduação alcoolica: 13.5%        

O vinho mais antigo foi o Laurel 2005 da Casa Marin, que  apesar do maior teor alcoolico já apresentava uma acidez mais reduzida em função da idade. Alem deste, tivemos 4 vinhos da safra 2006, um da safra 2008 e tres da safra 2009.

Vinhos degustados










Os Sauvignon Blanc são vinhos com personalidade forte, bastante secos e com excelente acidez. Os sabores e aromas encontrados com maior freqüência são os herbáceos e minerais, apesar de apresentarem tambem algo floral e frutado, menos intenso. Os vinhos degustados estavam muito agradáveis de ser bebidos.

O painel apresentou resultados bastante consistentes, entretanto em função de dois confrades terem trazido o mesmo vinho, o Terrunyo 2006, tivemos uma divergência entre as duas garrafas degustadas às cegas, uma em primeiro lugar e a outra em oitavo. A garrafa degustada no início, ficou em terceiro lugar e a outra em último lugar. A segunda amostra foi selecionada como o pior vinho por 3 confrades, ao contrario da anterior que foi escolhida o melhor e o segundo melhor por dois outros confrades.

O segundo melhor vinho do painel, empatado com o primeiro em pontos, foi o Nautilus 2006, considerado o melhor vinho por dois confrades e o segundo melhor por outros dois.

O Campeão da noite, foi um excelente Neo Zelandes, o The Infame Goose 2009, importado pela Decanter, que ficou em primeiro lugar para três confrades e em segundo para outros dois.









Vejam os resultados completos abaixo.












O nosso próximo encontro será no dia 17 de Março, quando degustaremos Rioja Gran Reserva com mais de 8 anos. Até lá....




sábado, 5 de fevereiro de 2011

Sauvignon Blanc: História, Clima e Geografia

History

The Sauvignon Blanc grape traces its origins to western France in the Loire Valley and Bordeaux Regions. At some point in the 18th century, the vine paired with Cabernet Franc to parent the Cabernet Sauvignon vine in Bordeaux. In the 19th century, plantings in Bordeaux were often interspersed with Sauvignon vert (In Chile, known as Sauvignonasse) as well as the Sauvignon Blanc pink mutation Sauvignon Gris. Prior to the phylloxera epidemic, the insect plague which devastated French vineyards in the 19th century, these interspersed cuttings were transported to Chile where the field blends are still common today. Despite the similarity in names, Sauvignon Blanc has no known relation to the Sauvignon Rosé mutation found in the Loire Valley of France.

The first cuttings of Sauvignon Blanc were brought to California by Charles Wetmore, founder of Cresta Blanca Winery, in the 1880s. These cuttings came from the Sauternes vineyards of Château d'Yquem. The plantings produced well in Livermore Valley. Eventually, the wine acquired the alias of "Fumé Blanc" in California by promotion of Robert Mondavi in 1968. The grape was first introduced to New Zealand in the 1970s as an experimental planting to blended with Müller-Thurgau.

Climate and geography

Vineyards in Sancerre will often plant roses around Sauvignon Blanc vines as an early detector of powdery mildew.

The Sauvignon Blanc vine often buds late but ripens early, which allows it to perform well in sunny climates when not exposed to overwhelming heat. In warm regions such as South Africa, Australia and California, the grape flourishes in cooler climate appellations such as the Alexander Valley area. In areas where the vine is subjected to high heat, the grape will quickly become over-ripe and produce wines with dull flavors and flat acidity. Global warming has had an effect on the Sauvignon Blanc grape, with the rising global temperatures causing farmers to harvest the grapes earlier than they have in the past.

The grape originated in France, in the regions of Bordeaux and the Loire Valley. Plantings in California, Australia, Chile and South Africa are also extensive, and Sauvignon Blanc is steadily increasing in popularity as white wine drinkers seek alternatives to Chardonnay. The grape can also be found in Italy and Eastern Europe.

Fonte: Wikipedia

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Sauvignon Blanc


Sauvignon Blanc is a green-skinned grape variety which originates from the Bordeaux region of France. The grape gets its name from the French word sauvage ("wild") and blanc ("white") due to its early origins as an indigenous grape in South West France. It is now planted in many of the world's wine regions, producing a crisp, dry, and refreshing white varietal wine. Conversely, the grape is also a component of the famous dessert wines from Sauternes and Barsac. Sauvignon Blanc is widely cultivated in France, Chile, Australia, New Zealand, South Africa, Brazil, Moldova and California.

Depending on the climate, the flavor can range from aggressively grassy to sweetly tropical. Wine experts have used the phrase "crisp, elegant, and fresh" as a favorable description of Sauvignon Blanc from the Loire Valley and New Zealand. Sauvignon Blanc, when slightly chilled, pairs well with fish or cheese, particularly Chèvre. It is also known as one of the few wines that can pair well with sushi.

Along with Riesling, Sauvignon Blanc was one of the first fine wines to be bottled with a screwcap in commercial quantities, especially by New Zealand producers. The wine is usually consumed young, as it does not particularly benefit from aging, except for some oak-aged Pessac-leognan and Graves from Bordeaux that can age up to fifteen years. Dry and sweet white Bordeaux, typically made with Sauvignon Blanc as a major component, is the one exception.

Fonte: Wikipedia