sábado, 17 de dezembro de 2011

Espumantes Top, ao redor do Mundo

No último dia 13 de dezembro, realizamos uma excelente degustação no Rosmarino, com a presença apenas 8 confrades, e 8 Espumantes de diversas partes do mundo, França, Espanha, Itália, Inglaterra, Hungria, Brasil e Australia.

O menu, sempre a cargo do nosso confrade Paulo Sampaio, estava excelente.

Couvert: Pães especiais da casa, chèvre al huille, relish de pepino e manteiga

Primeiro Prato: Taglioline com frutos do mar

Prato principal: Anchova negra ao forno com alcaparras, vinho branco e azeitonas verdes com batatinhas grisette coradas no alecrim

Sobremesas: Creme brulée ao limão siciliano, tarte tatin com sorvete de canela, torta de nozes e mel com sorvete de creme, sorvete de coco com baba de moça ou terrine de frutas frescas.

O ambiente, a comida e o serviço, como de costume, estavam excelentes..

Como mencionado acima, a degustação contou com oito espumantes, com níveis alcoólicos variando entre 11,5% e 13%.


A seguir uma breve descrição dos espumantes degustados:

Hungaria Grand Cuvee Brut NV
Produtor: Törley
País/Região: Hungria/Eytek
Graduação alcoolica: 11.5%

Nyetimber Premier Cuvee 2001
Produtor: Nyetimber
País/Região: UK/Sussex
Graduação alcoolica: 12%

Franciacorta Monte Rossa NV
Produtor: Monte Rossa
País/Região: Italia/Lombardia
Graduação alcoolica: 12%

Valduga 130 NV
Produtor: Casa Valduga
País/Região: Brasil/Vale dos Vinhedos
Graduação alcoolica: 13%

Bridgewater Mill NV
Produtor: Petaluma Wines
País/Região: Australia/Picadilly Valley, Adelaide Hills
Graduação alcoolica: 13%

Krug Grande Cuvee NV
Produtor: Maison Krug
País/Região: França/Champagne, Reims
Graduação alcoolica: 12%

Franciacorta Ca' del Bosco NV
Produtor: Cá del Bosco
País/Região: Italia/Erbusco
Graduação alcoolica: 12.5%

Cava Jané Ventura Gran Reserva 2007
Produtor: Jané Ventura
País/Região: Espanha/El Vendrel
Graduação alcoolica: 12%

Espumantes degustados


Os vinhos degustados são originários de diversas regiões: Eytek na Hungria, Sussex na Inglaterra, Erbusco e Lombardia na Itália, Vale dos Vinhedos no Brasil, Picadilly Valley/Adelaide Hills na Australia, El Vendrel na Espanha, e finalmente, como não poderia faltar Champagne/Reims na França.

Os resultados do nosso painel se mostraram menos equilibrados do que de costume, com uma dispersão de notas na média aparada de 3,9 pontos (de 84,2 a 88,1).

O espumante que ficou em último lugar foi o inglês Nyetimber Premier Cuvee 2001, produzido pela vinicola Nyetimber, escolhido o pior vinho por 5 confrades.

O segundo melhor vinho do painel, foi o Franciacorta Ca' del Bosco Non Vintage, produzido por Ca’ del Bosco, considerado o melhor vinho por dois confrades e o segundo melhor por outros tres.

O Campeão da noite, foi o champanhe Krug Grande Cuvee Non Vintage, produzido pela Maison Krug, que ficou em primeiro lugar para quatro confrades e o segundo melhor por outro.

Vejam os resultados completos abaixo.


Não se esquecam que o nosso próximo encontro será no dia 19 de Janeiro, quando degustaremos Vinhos Brancos de até 50 reais. Até lá....

Não percam a próxima degustação.


Agenda 2012

19/Janeiro             Vinhos Brancos de até 50 reais
16/Fevereiro         Albariños vs Alvarinhos
15/Março               Vinhos Tintos de Países exóticos  (Grécia, Israel, Líbano, México, Canadá, Suiça etc.)
19/Abril                 Vinhos Tintos do Coracao
17/Maio                 Rioja vs Ribera del Duero
21/Junho               Barbaresco
19/Julho                Malbec Top
16/Agosto              1er Cru e Grand Cru de Saint Emilion até 2005
20/Setembro          Tintos top de corte bordalês ao redor do mundo (até 2004)
18/Outubro            Tempranillo
22/Novembro         Vinhos de + de 20 anos
13/Dezembro         Sancerre vs Pouilly Fumé

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Sparkling wine


 Sparkling wine is a wine with significant levels of carbon dioxide in it making it fizzy. The carbon dioxide may result from natural fermentation, either in a bottle, as with the méthode champenoise, in a large tank designed to withstand the pressures involved (as in the Charmat process), or as a result of carbon dioxide injection.

Sparkling wine is usually white or rosé but there are many examples of red sparkling wines such as Italian Brachetto and Australian sparkling Shiraz. The sweetness of sparkling wine can range from very dry "brut" styles to sweeter "doux" varieties.

The classic example of a sparkling wine is Champagne, but this wine is exclusively produced in the Champagne region of France and many sparkling wines are produced in other countries and regions, such as Espumante in Portugal, Cava in Spain, Franciacorta, Trento, Oltrepò Pavese Metodo Classico and Asti in Italy (the generic Italian term for sparkling wine being spumante) and Cap Classique in South Africa. Most countries reserve the word Champagne for a specific type from the Champagne region of France. The French terms "Mousseux" or "Crémant" are used to refer to sparkling wine not made in the Champagne region. German and Austrian sparkling wines are called Sekt. The United States is a significant producer of sparkling wine with producers in numerous states. Recently the United Kingdom, which produced some of the earliest examples of sparkling wine, has started producing sparkling wines again.

Examples of Sparkling Wines:

Champagne, France
Crémant, France
Cava, Spain
Espumante, Portugal and Brasil
Franciacorta, Lombardy, Italy
Asti, Piedmont, Italy
Lambrusco, Emilia, Italy
Prosecco, Veneto, Italy
Sekt, Germany and Austria
Pezsgő, Hungria
Sovetskoye Shampanskoye, Soviet Union
Sparkling Wine, United States, Australia and South Africa
Romanian sparklers
English sparklers

From Wikipedia, the free encyclopedia

sábado, 19 de novembro de 2011

Bourgogne Pinot Noir, de 2002 a 2005

No último dia 17 de novembro, realizamos uma excelente degustação no Rosmarino, com a presença de apenas 5 confrades, e 6 Pinot Noirs da Borgonha, das safras 2002, 2003 e 2005, representando cinco diferentes produtores: Albert Bichot, Lupé-Cholet, Bouchard Pers et fils, Billard Gonnet, Louis Jadot e Chanson Pere et fils . O menu, novamente a cargo do nosso confrade Paulo Sampaio, estava muito bom.

Os vinhos harmonizaram muito bem com o menu escolhido..

Couvert: Pães especiais da casa, chèvre al huille, relish de pepino e manteiga

Entrada: Terrine de fígado com geléia de pimenta .

Primeiro Prato: Crepes de queijo e nozes

Prato principal: Boeuf Bourguignon

Sobremesas: Creme brulée ao limão siciliano, tarte tatin com sorvete de canela, torta de nozes e mel com sorvete de creme, sorvete de coco com baba de moça ou terrine de frutas frescas.

O ambiente, a comida e o serviço, como de costume, estavam excelentes..

Como mencionado acima, a degustação contou com seis vinhos, com níveis alcoólicos variando entre 13% e 13,5%.



A seguir uma breve descrição dos vinhos degustados:

Pommard 2003
Produtor: Lupé-Cholet
País/Região: França/Bourgogne/Pommard
Graduação alcoolica: 13%

Les Porrets Saint Georges 2002
Produtor: Bouchard Pers et fils
País/Região: França/Bourgogne/Nuits Saint Georges
Graduação alcoolica: 13.5%

Pommard Les Chaponnieres 2005
Produtor: Billard Gonnet
País/Região: França/Bourgogne/Pommard
Graduação alcoolica: 13%

Nuits Saint-Georges 2005
Produtor: Louis Jadot
País/Região: França/Bourgogne/Nuits Saint Georges
Graduação alcoolica: 13%

Clos du Roi 2005
Produtor: Chanson Pere et fils
País/Região: França/Bourgogne/Beaune 1er Cru
Graduação alcoolica: 13.5%

Nuits Saint-Georges 2005
Produtor: Albert Bichot
País/Região: França/Bourgogne/Nuits Saint Georges
Graduação alcoolica: 13%

Vinhos degustados


Os vinhos degustados são originários da Região da Côte d’Or, uma faixa estreita de encostas, com 4,5 mil ha, situada no centro da Borgonha, que se estende de Dijon a Santenay. Produz tintos e brancos notáveis e divide-se em duas partes: Côte de Nuits (ao norte, com 1,5 mil ha) e Côte de Beaune (ao sul, com 3 mil ha).

Na Côte de Nuits, encontramos os tintos mais ricos, longevos e de maior prestígio. É a região de Chambertin, Gevrey-Chambertin, Morey-Saint-Denis, Chambolle-Musigny, Vougeot, Vosne-Romanée e Nuits-St-Georges.

A Côte de Beaune produz os melhores brancos do planeta, todos à base de Chardonnay, sendo seus principais vinhedos Aloxe-Corton, Pommard (produtor de tintos), Volnay, Meursault, Puligny-Montrachet e Chassagne-Montrachet.

Os vinhos degustados são produzidos à com a Pinot Noir, grande uva tinta da Borgonha. Delicada, de difícil adaptação em outras áreas do mundo, é uma variedade que sofre tremendamente com as mudanças ambientais, sendo notoriamente complicada para ser trabalhada depois de colhida, já que sua casca se rompe facilmente. Amante dos climas frios, produz vinhos finos e elegantes, de taninos aveludados de média e longa guarda. Quando jovem, mostra aromas e sabores de frutas vermelhas frescas (morango, framboesa, cereja). Na Borgonha, quando o vinho está mais maduro, surgem os aromas florais (violeta), caça, couro, alcaçuz e sous bois (misto de terra úmida , cogumelos e folhas em decomposição).

Os resultados do nosso painel se mostraram altamente equilibrados, com uma dispersão de notas na média aparada de 0,8 pontos (de 87,8 a 88,7).
O vinho que ficou em último lugar foi o Nuits Saint-Georges 2005, produzido por Louis Jadot, escolhido o pior vinho por 1 confrade.

O segundo melhor vinho do painel, foi o Clos du Roi 2005, produzido por Chanson Pere et fils, considerado o melhor vinho por um confrade, o segundo melhor por outros dois e o pior por outro.

O Campeão da noite, foi o Les Porrets Saint Georges 2002, produzido por Bouchard Pers et fils, que ficou em primeiro lugar para um confrade, o segundo melhor por outro e o pior para outro.


Vejam os resultados completos abaixo.


Não se esquecam que o nosso próximo encontro será no dia 13 de Dezembro, quando degustaremos Espumantes Tops do Mundo (Champanhes, Cavas, Franciacorta, etc.). Até lá....

Não percam esta grande degustação.


Fonte: Algumas informações foram extraídas da Revista Adega

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Bourgogne Pinot Noir


Pinot noir is a black wine grape variety of the species Vitis vinifera. The name may also refer to wines created predominantly from Pinot noir grapes. The name is derived from the French words for "pine" and "black" alluding to the grape variety's tightly clustered dark purple pine cone-shaped bunches of fruit.

Pinot noir grapes are grown around the world, mostly in the cooler regions, but the grape is chiefly associated with the Burgundy region of France. It is widely considered to produce some of the finest wines in the world, but is a difficult variety to cultivate and transform into wine.

Burgundy

Pinot noir has made France's Burgundy appellation famous, and vice-versa. Many wine historians, including John Winthrop Haeger and Roger Dion, believe that the association between pinot and Burgundy was the explicit strategy of Burgundy's Valois dukes. Roger Dion, in his thesis regarding Philip the Bold's role in promoting the spread of Pinot noir, holds that the reputation of Beaune wines as "the finest in the world" was a propaganda triumph of Burgundy's Valois dukes. In any event, the worldwide archetype for Pinot noir is that grown in Burgundy where it has been cultivated since AD100.

Burgundy's Pinot noir produces great wines which can age very well in good years, developing complex fruit and forest floor flavours as they age, often reaching peak 15 or 20 years after the vintage. Many of the wines are produced in very small quantities and can be very expensive. Today, the celebrated Côte d’Or area of Burgundy has about 4,500 hectares of Pinot noir. Most of the region's finest wines are produced from this area. The Côte Chalonnaise and Mâconnais regions in southern Burgundy have another 4,000 hectares, but their wines are typically very much less fine.

domingo, 23 de outubro de 2011

Merlot Americano, em torno de 100 reais


No último dia 20 de outubro, realizamos uma excelente degustação no Rosmarino, com a presença de apenas 5 confrades, e 6 ótimos Merlots das Americas, das safras 2004, 2006, 2007 e 2008, representando diversos países produtores: Argentina, Brasil, Chile, Uruguai e Estados Unidos. O menu, sempre a cargo do nosso confrade Paulo Sampaio, estava muito bom.

Os vinhos harmonizaram muito bem com o menu escolhido..

Couvert: Pães especiais da casa, chèvre al huille, relish de pepino e manteiga

Primeiro Prato: Tagliatelle aos cogumelos frescos

Prato principal: Steak au poivre vert com rösti de batata

Sobremesas: Creme brulée ao limão siciliano, tarte tatin com sorvete de canela, torta de nozes e mel com sorvete de creme, sorvete de coco com baba de moça ou terrine de frutas frescas.

O ambiente, a comida e o serviço, como de costume, estavam excelentes..

Como mencionado acima, a degustação contou com nove vinhos, com níveis alcoólicos variando entre 13,5% e 14,5%.


A seguir uma breve descrição dos vinhos degustados:

Angostura Gran Reserva 2008  
Produtor: Casa Silva         
País/Região: Chile/Colchagua     
Graduação alcoolica: 14.5%        
         
Merlot Terroir 2004        
Produtor: Miolo      
País/Região: Brasil/Vale dos Vinhedos   
Graduação alcoolica: 13.5%        
         
Fabre Merlot Gran Reserva 2008        
Produtor: Fabre Montmayou       
País/Região: Argentina/Patagonia         
Graduação alcoolica: 14.5%        
         
Blue Label Merlot 2007   
Produtor: Francis Coppola
País/Região: EUA/California       
Graduação alcoolica: 13.5%        
         
Storia 2006 
Produtor: Casa Valduga     
País/Região: Brasil/Vale dos Vinhedos   
Graduação alcoolica: 14.5%        
         
Bouza Merlot B9 2006    
Produtor: Bouza     
País/Região: Uruguai/Canelones  
Graduação alcoolica: 14.5%        

Vinhos degustados


A uva merlot apresenta aroma mais doce, é mais suave na boca e menos ácida que a Cabernet Sauvignon. No velho mundo, a merlot é coadjuvante nos vinhos da margem esquerda do Gironde, mas a leste de Bordeaux, na margem direita do rio, em Pomerol e St. Emilion, é a estrela máxima, graças a tintos ícones no mundo, como o "Pétrus", talvez o tinto mais célebre do planeta. A doçura da fruta do merlot se converte numa sinfonia quando o clima da margem direita colabora, originando uma potência inusitada na boca.

No Novo Mundo, o merlot geralmente não atinge esses níveis, embora existam exceções. Uma boa parte dos vinhos tintos do Cone Sul tem a merlot em sua composição.

Desde 1994, no Chile, quando se descobriu que muito do que se conhecia como merlot era na verdade carmenère. Atualmente começam a chegar ao mercado bons merlots chilenos, desde que se constatou que a merlot originava bons vinhos com uvas vindas de clima frio. A merlot Chilena apresenta aromas que nos levam a algo repleto de especiarias, com um toque de canela e cravo-da-índia, misturados a pimentão verde, sobre taninos suaves de textura aveludada.

A Argentina tem obtido bons merlot em Tupungato e Alto Agrelo, zonas mais frias que Mendoza. Com clima mais ameno que Mendoza, a Patagônia, tem grandes amplitudes térmicas diárias, o que garante vinhos com mais frescor.

O Uruguai tem produzido belos vinhos dessa uva, na região de Canelones, uma região de clima temperado, mais úmido e com grande índice pluviométrico.

No Brasil, alguns locais da Serra Gaúcha e da Campanha têm se revelado próprios para o cultivo da merlot, apresentando vinhos de excelente qualidade e custo benefício.

Os resultados do nosso painel se mostraram relativamente equilibrados, com uma dispersão de notas na média aparada de 3,3 pontos (de 84,7 a 88,0).
O vinho que ficou em último lugar foi o Fabre Merlot Gran Reserva 2008, produzido pela Vinicola Fabre Montmayou, na Patagonia, escolhido o pior vinho por 4 confrades.

O segundo melhor vinho do painel, foi o Bouza Merlot B9, produzido pela Vinicola Bouza, em Canelones, no Uruguai, considerado o melhor vinho por um confrade, o segundo melhor por outros dois e o pior por outro.

O Campeão da noite, foi o Storia 2006, produzido pela Casa Valduga, no Vale dos Vinhedos, que ficou em primeiro lugar para dois confrades.

Vejam os resultados completos abaixo.


Não se esquecam que o nosso próximo encontro será no dia 17 de Novembro, quando degustaremos Pinot Noir da Borgonha, das safras 2003 a 2005. Até lá....

Não percam esta grande degustação.


Fonte: Algumas informações foram extraídas da Revista Adega

sábado, 1 de outubro de 2011

Merlot

Merlot is a darkly blue-coloured wine grape, that is used as both a blending grape and for varietal wines. The name Merlot is thought to derive from the Old French word for young blackbird, merlot, a diminutive of merle, the blackbird (Turdus merula), probably from the color of the grape. Merlot-based wines usually have medium body with hints of berry, plum, and currant. Its softness and "fleshiness", combined with its earlier ripening, makes Merlot a popular grape for blending with the sterner, later-ripening Cabernet Sauvignon, which tends to be higher in tannin.
Along with Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Malbec and Petit Verdot, Merlot is one of the primary grapes in Bordeaux wine where it is the most widely planted grape. Merlot is also one of the most popular red wine varietals in many markets. This flexibility has helped to make it one of the world's most planted grape varieties. As of 2004, Merlot was estimated to be the third most grown variety at 260,000 hectares (640,000 acres) globally, with an increasing trend. This puts Merlot just behind Cabernet Sauvignon's 262,000 hectares (650,000 acres).

History

Researchers at University of California, Davis believe that Merlot is an offspring of Cabernet Franc and is a sibling of Carménère and Cabernet Sauvignon. The earliest recorded mention of Merlot was in the notes of a local Bordeaux official who in 1784 labeled wine made from the grape in the Libournais region as one of the area's best. The name comes from the Occitan word "merlot", which means "young blackbird" ("merle" is the French word for several kinds of thrushes, including blackbirds); the naming came either because of the grape's beautiful dark-blue color, or due to blackbirds' fondness for grapes. By the 19th century it was being regularly planted in the Médoc on the "Left Bank" of the Gironde. After a series of setbacks that includes a severe frost in 1956 and several vintages in the 1960s lost to rot, French authorities in Bordeaux banned new plantings of Merlot vines between 1970 and 1975.

It was first recorded in Italy around Venice under the synonym Bordò in 1855. The grape was introduced to the Swiss, from Bordeaux, sometime in the 19th century and was recorded in the Swiss canton of Ticino between 1905 and 1910. In the 1990s, Merlot saw an upswing of popularity in the United States. Red wine consumption, in general, increased in the US following the airing of the 60 Minutes report on the French Paradox and the potential health benefits of wine and the chemical resveratrol. The popularity of Merlot stemmed in part from the relative ease in pronouncing the name of the wine as well as its softer, fruity profile that made it more approachable to some wine drinkers.

Viticulture
Merlot grapes are identified by their loose bunches of large berries. The color has less of a blue/black hue than Cabernet Sauvignon grapes and with a thinner skin and fewer tanins. Also compared to Cabernet, Merlot grapes tend to have a higher sugar content and lower malic acid. Merlot thrives in cold soil, particularly ferrous clay. The vine tends to bud early which gives it some risk to cold frost and its thin skin increases its susceptibility to rot. If bad weather occurs during flowering, the Merlot vine is prone to develop coulure. It normally ripens up to two weeks earlier than Cabernet Sauvignon. Water stress is important to the vine with it thriving in well drained soil more so than at base of a slope. Pruning is a major component to the quality of the wine that is produced. Wine consultant Michel Rolland is a major proponent for reducing the yields of Merlot grapes to improve quality. The age of the vine is also important, with older vines contributing character to the resulting wine.

A characteristic of the Merlot grape is the propensity to quickly overripen once it hits its initial ripeness level, sometimes in a matter of a few days. There are two schools of thought on the right time to harvest Merlot. The wine makers of Château Pétrus favor early picking to best maintain the wine's acidity and finesse as well as its potential for aging. Others, such as Rolland, favor late picking and the added fruit body that comes with a little bit of over-ripeness.

Other New World regions

In Argentina, Merlot plantings have been increasing in the Mendoza region with the grape showing an affinity to the Tupungato region of the Uco Valley. Argentine Merlots grown in the higher elevations of Tunpungato have shown a balance of ripe fruit, tannic structure and acidty. In New Zealand, plantings of Merlot have increased in the Hawke's Bay Region, particularly in Gimblett Gravels where the grape has shown the ability to produce Bordeaux style wine. The grape has been growing in favor among New Zealand producers due to its ability to ripen better, with less green flavors, than Cabernet Sauvignon. Other regions with significant plantings include Auckland and Marlborough. In Australia, some vineyards labeled as "Merlot" were discovered to actually be Cabernet Franc (a similar discovery was made in best vineyards of Californian Merlot producer Duckhorn Vineyards). In South Africa, plantings of Merlot has focused on cooler sites within the Paarl and Stellenbosch regions.

Source: Wikipedia

domingo, 18 de setembro de 2011

Barolo


No último dia 15 de setembro, realizamos uma excelente degustação no Rosmarino, com a presença de 9 confrades, e 9 excelentes Barolos, das safras 1999, 2003, 2004, 2005 e 2007, representando diversas sub-regiões da DOCG Barolo: Alba, Castiglione Falletto, Dogliani, La Morra, Langue, Liste e Monforte d'Alba. O menu, a cargo do nosso confrade Paulo Sampaio, estava excelente.

Os vinhos harmonizaram muito bem com o menu escolhido..

Couvert: Pães especiais da casa, chèvre al huille, relish de pepino e manteiga

Entrada: Risoto de ervilhas frescas e presunto cru

Prato principal: Brasato com polenta mole

Sobremesas: Creme brulée ao limão siciliano, tarte tatin com sorvete de canela, torta de nozes e mel com sorvete de creme, sorvete de coco com baba de moça ou terrine de frutas frescas.

O ambiente, a comida e o serviço, como de costume, estavam excelentes..

Como mencionado acima, a degustação contou com nove vinhos, com níveis alcoólicos variando entre 13,5% e 15%.


 A seguir uma breve descrição dos vinhos degustados:

Barolo Riserva Vigna Liste 2003
Produtor: Borgono
País/Região: Italia/Piemonte/Liste
Graduação alcoolica: 13.5%

Barolo Pio Cesare 2005
Produtor: Pio Cesare
País/Região: Italia/Piemonte/Alba
Graduação alcoolica: 14%

Barolo Bricco Visette 2004
Produtor: Ghisolfi
País/Região: Italia/Piemonte/Monforte D'Alba
Graduação alcoolica: 14.5%

Barolo Marcenasco 2007
Produtor: Renato Ratti
País/Região: Italia/Piemonte/La Morra
Graduação alcoolica: 14.5%

Barolo 2004
Produtor: Poderi Luigi Einaudi
País/Região: Italia/Piemonte/Dogliani
Graduação alcoolica: 14%

Barolo Bricco Rocca 1999
Produtor: Cascina Ballarin
País/Região: Italia/Piemonte/La Morra
Graduação alcoolica: 15%

Barolo Vigneto Cerequio 1999
Produtor: Batasiolo
País/Região: Italia/Piemonte/La Morra
Graduação alcoolica: 14%

Barolo 2003
Produtor: Marchese di Barolo
País/Região: Italia/Piemonte/Langhe
Graduação alcoolica: 14%

Barolo Bricco Boschis 2005
Produtor: Cavallotto
País/Região: Italia/Piemonte/Castiglione Falletto
Graduação alcoolica: 14%

Vinhos degustados

Os Barolos são produzidos com 100% da uva Nebbiolo, sendo autorizados os clones Lampia, Michet e Rosé. Tendem a ser ricos, encorpados e profundamente concentrados, com taninos e acidez pronunciada. Os vinhos nunca são opacos sendo que sua cor varia do rubi ao granada em sua juventude evoluindo para tijolo e tons alaranjados à medida que envelhecem.

Os Barolos têm o potencial para uma ampla gama de aromas complexos e exóticos sendo comum notas de alcatrão e rosas. Outros aromas associados com Barolos incluem cânfora, chocolate, frutas secas, ameixas, eucalipto, couro, alcaçuz, menta, amora, ameixa, especiarias, morangos, tabaco, trufas brancas, assim como as ervas secas e frescas. Os taninos do vinho adicionam textura e servem para equilibrar os níveis de álcool de moderados a elevados (minimo de 13%).

Os resultados do nosso painel se mostraram relativamente equilibrados, com uma dispersão de notas na média aparada de 2,9 pontos (de 88,3 a 91,2).
O vinho que ficou em último lugar foi o Barolo Bricco Boschis 2005, produzido pela Vinicola Cavallotto, na região de Castiglione Falletto, escolhido o pior vinho por 3 confrades e o melhor por um dos confrades.

O segundo melhor vinho do painel, foi o Barolo Marcenasco 2007, considerado o melhor vinho por um confrade, o segundo melhor por outro e o pior por outro.

O Campeão da noite, foi o Barolo Bricco Rocca 1999, produzido por Cascina Ballarin, que ficou em primeiro lugar para cinco confrades e em segundo para outros dois, tendo sido considerado o pior por um confrade. Este excelente vinho recebeu Due Bicchieri do Gambero Rosso.


 Vejam os resultados completos abaixo.


Não se esquecam que o nosso próximo encontro será no dia 20 de Outubro, quando degustaremos Merlots Sul Americanos. Até lá....

Não percam esta grande degustação.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Barolo: Grape and Wines

Barolo wine is produced from the Nebbiolo grape variety with the Lampia, Michet and Rosé clones authorized. The clusters are dark blue and greyish with the abundant wax that dresses the grapes. Their form is lengthened, pyramidal, with small, spherical grapes with substantial peel. The leaves are of average size with three or five lobes. Compared to the annual growth cycle of other Piedmontese grape varieties, Nebbiolo is one of the first varieties to bud and last varieties to ripen with harvest taking place in mid to late October. In some vintages, other Piedmontese producers are able to pick and complete fermentation of their Barbera and Dolcetto plantings before Barolo producers have even begun their harvest. According to DOCG regulations, Barolos are to be composed of 100% Nebbiolo. Historically producers would blend other grapes such as a Barbera and today there is speculation that modern Barolo producers may be blending in Barbera, Cabernet Sauvignon, Merlot and Syrah but there has been no conclusive proof of this practice. In the 1990s producers in the Barolo zone petitioned that the required Nebbiolo content be lowered from 100% to 90% but this petition was eventually defeated.

Barolos tend to be rich, deeply concentrated full bodied wines with pronounced tannins and acidity. The wines are almost always lightly colored varying from ruby to garnet in their youth to more brick and orange hues as they age. Like Pinot noir, Barolos are never opaque. Barolos have the potential for a wide range of complex and exotic aromas with tar and roses being common notes. Other aromas associated with Barolos include camphor, chocolate, dried fruit, damsons, eucalyptus, leather, licorice, mint, mulberries, plum, spice, strawberries, tobacco, white truffles as well as dried and fresh herbs. The tannins of the wine add texture and serve to balance Barolo's moderate to high alcohol levels (Minimum 13% but most often above 15% ABV). Excessive extraction from prolonged maceration periods and oak aging can give the wines an over-extracted bitterness.

Within the different communes of the Barolo zone, stylistic differences emerge due to differences in soil type. The calcareous marl soils of Barolo and La Morra are relatively fertile and tend to produce softer, more aromatic and fruity wines that age relatively sooner than Barolos from other parts of the zone. The less fertile, sandstone soils of the Monforte d'Alba and Serralunga d'Alba commune produce more intense, structured wines that need more time to mature. Castiglione Falletto is located on a spur between the two valleys with overlapping soil types. This region tends to produce wines with elegance and aromatics of the Barolo commune and the structure of wines from Serralunga d'Alba.

Source: wikipedia.com