segunda-feira, 25 de junho de 2018

Vinhos do Sul da França – Languedoc-Roussillon


Céu azul, sol ofuscante, ciprestes, pinheiros e oliveiras que se curvam à força do vento Mistral, terreno rochoso e pequenas vilas, a imagem idílica e tradicional do Sul da França continua a ser verdadeira. Estendendo-se ao longo de toda a costa Mediterrânea, das fronteiras com a Itália e com a Espanha, a área é também uma enorme região vinícola. Sozinho, o Languedoc-Roussillon representa um terço da área de vinhedos do país.


O vinho tinto é responsável por quase 90% da produção de vinhos na região. Quase todo o vinho tinto é produzido com cinco variedades clássicas, e as regras AOC de modo geral exigem que o corte inclua todas elas (Carignan, Sinsault, Grenache, Syrah e Mourvèdre).
A classificação de vin de pays flexibilizou as rigorosas normas das denominações, permitindo que variedades de outras regiões, como Merlot e Cabernet Sauvignon, sejam plantadas. O resultado são vinhos varietais de bom preço, muitos deles rotulados como Vin de Pays d’Oc.
Embora a história da produção de vinhos remonte há 2000 anos, quando gregos, fenícios e mais tarde os romanos estabeleceram suas colônias no Languedoc para produzir vinhos e azeite, a vinicultura da região só se modernizou a partir das décadas de 1960 e 1970, quando os produtores do Languedoc passaram a reconhecer a necessidade de substituir o produto barato, de baixa qualidade e produzido em massa que deu fama duvidosa à região dos vinhos de qualidade. Foram plantadas grande quantidades de vinhas novas da cepa então desconhecida Carignan, e, com investimento crescente e modernas técnicas de vinificação as denominações do Languedoc-Roussillon, especialmente Coteaux du Languedoc, hoje produzem alguns dos vinhos jovens considerados os mais interessantes da França. O sucesso fez com que hoje produtores da Califórnia, Austrália, Nova Zelândia, África do Sul venham comprando vinhedos no Languedoc devido ao terroir favorável ao plantio das vinhas.
A região Languedoc-Roussillon produz uma vasta gama de vinhos, incluindo brancos, tintos, rosés, espumantes e vinhos fortificados naturalmente doces. Com o seu carácter distinto, marcado pelo terroir e o clima excepcionalmente ensolarado, os vinhos do Languedoc-Roussillon notadamente refletem o terroir no qual são produzidos. Representando cerca de 30 denominações, os vinhos do Sul da França têm em comum os fatos de terem preços acessíveis e serem fiéis às suas características, sendo, portanto, inimitáveis.
As castas Grenache, Syrah, Merlot, Cinsaut, Mourvedre, Sauvignon, Chardonnay e Viognier são usadas ​​para produção de vinho junto com castas tradicionais, como a Chenin Blanc e Mauzac. O Languedoc tornou-se um respeitado produtor de vinhos de qualidade. Como nos tempos históricos, a produção de vinhos doces, como o Muscat de Lunel e Rivesaltes continua ao longo das planícies costeiras
A região Languedoc-Roussillon produz principalmente vinhos tintos, uma boa parte é "Vin de Table" (mais simples e sem indicação de origem) mas a maioria é "Vin de Pays".
Classificação dos vinhos:
Encorpado, vinho tinto (Corbières, Saint Chinian)
Médio corpo, vinho tinto (Costières)
Rosé leve e seco (Languedoc, Roussillon)
Vinho branco seco (Costières, Languedoc, Minervois)
Vinho tinto doce (Banyuls, Carthagène, Maury)
Vinho branco doce (Muscat)
Vinho branco espumante (Limoux)

Clima no Languedoc
O clima no Languedoc é mediterrâneo. Os verões são quentes e secos, os invernos são chuvosos e as temperaturas na primavera e no outono são moderadas.
Cercado por montanhas e pelo mar Mediterrâneo, o Languedoc é uma das regiões da França onde os ventos são mais frequentes. Como dizem os moradores da região, “É a terra do vento”. No Languedoc, a área onde mais venta é ao longo da costa entre Narbonne e a fronteira espanhola.
Os ventos se formam devido as combinações dos fatores topológicos e meteorológicos da região.
O vento Mistral, por exemplo, é o mais famoso. É um vento seco e frio. É causado pelo ar frio do norte que segue pelo vale do Rhône entre os Alpes e o Maciço Central. Em seguida ele atravessa o litoral do Mediterrâneo.
Os ventos Tramontano sopram do noroeste do Languedoc e do Roussilon. É a versão local mais suave do Mistral. É seco, frio e muitas vezes pode ser forte trazendo o ar frio das regiões polares.
O Cers sopra do oeste ou sudeste do Languedoc. Muitas vezes anuncia o clima ensolarado e quente. Em geral é frio no inverno e quente no verão, mas sempre seco.
O Marin é um vento quente que vem do mar Mediterrâneo. Sopra das margens sudeste trazendo umidade. Durante o inverno pode provocar chuvas fortes nas áreas costeiras.
O vento Sirocco vem do Sul. Ele traz ar quente e seco da África.
O vento Autan sopra do sudeste da França. É um vento quente e forte e muitas vezes é o anúncio de fortes chuvas. O Autan cobre uma área de Perpignan, no sul, Auch, a oeste, e Cahors ao norte.
O Autan pode ocorrer em duas variedades: L'Autan Blanc e L'Autan Noir. L’Autan Blanc é um vento que indica que o clima será bom. É fresco no inverno e quente no verão. Já o L’Autan Noir é quente e traz pancadas de chuvas fortes. É menos frequente que o L’Autan Blanc.

Principais castas
Tintas:
Carignan: variedade de uva tinta mais popular cultivada. Ela é utilizada em blends que podem representar 60% da composição de um vinho. É de amadurecimento tardio e bastante resistente às geadas e ao calor intenso. Transmite aos vinhos muita cor e grande quantidade de taninos. Confere ao vinho aromas de frutas vermelhas e escuras bem como aromas apimentados.
Cinsault: casta semelhante a Grenache. Bastante resistente a secas. Os vinhos que produz tendem a ser leves, macios e, quando muito jovens, mais aromáticos do que a maior parte dos tintos. É bem adaptada à produção de vinhos rosés. A Cinsault é utilizada quase que exclusivamente para adicionar maleabilidade, perfume e frutas aos vinhos. Confere aromas de frutas vermelhas ácidas (morango e groselha).
Grenache: no Languedoc, a Grenache tem um papel secundário, mas no Roussillon é extremamente importante enquanto ingrediente vital em vinhos tão caracteristicamente fortes e doces como o Banylus, o Riversaltes e o Maury. Mais uma prova de que a Grenache é capaz de produzir grandes vinhos, mesmo que sejam vinhos de um tipo muito especial. Confere aromas de frutas vermelhas (cereja e ameixa), compota, cacau e café.
Syrah: casta que acrescenta estrutura aos vinhos Coteaux du Languedoc e aos vins de pays. Ela confere ao vinho taninos elegantes que os tornam aptos ao envelhecimento. É a quinta videira mais cultivada no Languedoc-Roussillon. Confere aromas florais (violetas, peônias), alcaçuz, especiarias, frutas vermelhas e com o tempo (evolução), notas animais.
Mourvèdre: no sul da França a Mourvédre produz vinhos bastante estruturados, com fruta intensa e aromas de amoras e mirtilos. O seu êxito maior está em desempenhar um papel secundário, dado que é mais carnuda que a Syrah, mais rija que a Grenache e a Cinsault e mais interessante que a Carignan.
Picpoul Noir: produz um vinho alcoólico, rico em aromas e que deve ser bebido enquanto jovem.
Brancas:
Chenin Blanc: é a casta que produz os melhores vinhos brancos de Anjou e é também empregada no Languedoc-Roussillon para a produção de vinhos secos e doces, como Blanquette de Limoux. É sujeita à a podridão nobre e por essa razão é colhida o mais tarde possível, por vezes em Novembro.
Grenache Blanc: muito cultivada no Roussilon, onde produz vinhos brancos de mesa concentrados, untuosos e suaves. É também um importante ingrediente nos Rivesaltes mais claros. Confere aromas de flores brancas e mel.
Macabeo: marca presença nos vinhos brancos de dominação em muitos dos vinhos doces do Roussillon. Transmite delicadeza e leveza aos vinhos. No nariz os aromas são de frutas brancas e amarelas (maçãs, pêssego e pêra) e também de flores brancas (laranjeira) e mel.
Clairette: casta usada nos vinhos brancos e rosés. Também usada em alguns muscats e para os espumantes Blanquette de Limoux. Os vinhos elaborados com esta casta costumam ser potentes e untuosos. Os aromas são de damasco, pêssego, mel e flor de laranjeira.
Mauzac Blanc: Ela é usada principalmente para fazer vinhos secos, doces e espumantes. Produz vinhos aromáticos e com sabores de maçã fresca. A Mauzac é componente principal dos vinhos espumantes chamados Blanquette de Limoux.
Vermentino: casta autorizada em muitas denominações, incluindo os brancos da Côtes du Russillon. Produz vinhos vivos, com corpo, acidez e perfume.
Viognier: confere aromas de flor de laranjeira, damasco e pêssego aos vinhos.
Chardonnay: casta usada no Blanquette de Limoux. Os vinhos elaborados a partir desta casta costumam ser untuosos, potentes e complexos. Transmitem aromas de frutas secas, aromas tostados e amanteigados. Também encontramos as flores brancas como o lírio.
Muscat de Alexandria: casta bastante presente no Muscat de Rivesaltes, mas também é usada nos vinhos doces e encorpados como o Banylus e Maury. Aromas adocicados de damasco, pêssego e mel, apresenta também especiarias doces como cardamomo e noz moscada.

domingo, 20 de maio de 2018

Tintos da Califórnia com mais de 10 anos


Na última 5ª feira, dia 17 de maio, realizamos no Rosmarino mais uma excelente degustação, desta vez de Vinhos tintos da Califórnia com mais de 10 anos. Tivemos a presença de 6 confrades e um convidado e foram degustados 7 vinhos, de safras diversas (1997, 2004, 2005, 2006, 2007 e 2008), O nosso confrade Paulo foi responsável pelo excelente menu da noite.

Couvert: Pão italiano, mini-ciabata, pão de queijo, patê de roquefort, manteiga e azeitona.

Entrada: Terrine de pato e pimenta verde com mini verdes e pão de nozes

Primeiro Prato: Taglioline ao ragú de rabada e agrião

Segundo Prato:  Paleta de cordeiro ao vinho tinto

Sobremesa: Entremet de chocolate, Torta de nozes carameladas, Merengue de chocolate belga e avelãs, Carolinas de creme, Ovos nevados, Profiteroles, Terrine de Frutas, Tiramisú, Creme brulée, Pastiera di grano, Bavarese de chocolate e Tarte Tatin

Como de costume o serviço foi excelente e a execução do cardapio excelente.

A degustação contou com seis vinhos com níveis de alcool variando entre 13,8% e 15,9%.

 A seguir uma breve descrição dos vinhos degustados:

Blackbird Vineyards 2005
Produtor: Blackbird Vineyards
País/Região: USA/Oakville, Ca
Graduação alcoolica: 14.5%
Uvas: Merlot
Confrade: Alberto

Boeger 2004
Produtor: Boeger Winery
País/Região: USA/Placerville, CA
Graduação alcoolica: 15%
Uvas: Barbera
Confrade: Walter

Caymus 2007
Produtor: Caymus Vineyards
País/Região: USA/Rutherford, CA
Graduação alcoolica: 15%
Uvas: Cabernet Sauvignon
Confrade: Marcio

Bacio Divino 2006
Produtor: Bacio Divino
País/Região: USA/Napa, CA
Graduação alcoolica: 14.4%
Uvas: 62% Cabernet Sauvignon, Sangiovese, Petite Syrah e Merlot
Confrade: Joubert

Star Angel 2007
Produtor: Montes
País/Região: USA/Paso Robels, CA
Graduação alcoolica: 15%
Uvas: Syrah
Confrade: Calabro

Black Coyote Reserve 2008
Produtor: Black Coyote
País/Região: USA/Napa, CA
Graduação alcoolica: 15.9%
Uvas: Cabernet Sauvignon
Confrade: João Luiz

Tom Eddy 1997
Produtor: Tom Eddy, CA
País/Região: USA/Oakville, Ca
Graduação alcoolica: 13.8%
Uvas: Cabernet Sauvignon
Confrade: Alessandro

Vinhos degustados


Os vinhos apresentaram cor rubi, sendo que alguns já tinham um halo granada e dois deles um rubi ainda violáceo. Os aromas  incluiam frutas vermelhas escuras, madeira, grafite, tabaco, eucalipto, sendo alguns ainda um pouco alcoólicos no naris. Os taninos se mostraram bastante equilibrados.

Nesta degustação, os resultados do nosso painel apresentaram, uma pequena amplitude de notas, sendo na média aparada de 1,7 pontos (de 89,2 a 90,9).

O vinho que ficou em último lugar foi o Caymus 2007, produzido por Caymus Vineyards, com a uva Cabernet Sauvignon, na região de Rutherford na California, com 15% de alcool, tendo sido escolhido o pior vinho por tres confrades e o melhor por outro.

O segundo melhor vinho do painel, foi o Boeger 2004, produzido por Boeger Winery com a uva Barbera, na região de Placerville na California, com 15% de alcool, escolhido o melhor vinho por um confrade e o segundo melhor por outros dois.

O Campeão da noite, foi o Bacio Divino 2006, produzido pela Vinicola Bacio Divino, na região de Napa, com 14.4% de alcool. Este vinho, produzido com as uvas Cabernet Sauvignon (62%), Sangiovese, Petite Syrah e Merlot foi escolhido o melhor vinho por quatro confrades.


Vejam os resultados completos abaixo.

Não se esquecam que no dia 21/Junho degustaremos vinhos tintos do Languedoc. Até lá....

Não percam a próxima degustação.

domingo, 22 de abril de 2018

Brunello di Montalcino com mais de 7 anos


Na última 5ª feira, dia 19 de abril, realizamos no Rosmarino mais uma ótima degustação, desta vez de Brunellos di Montalcino com mais de 7 anos. Tivemos a presença de 9 confrades, e foram degustados 9 vinhos, de safras diversas (1997, 2002, 2003, 2005, 2006, 2007 e 2010), O nosso confrade Paulo foi responsável pelo excelente menu da noite.

Couvert: Pão italiano, mini-ciabata, pão de queijo, patê de roquefort, manteiga e azeitona.

Entrada: Crostini di Fegatini

Primeiro Prato: Spaghetti fresco alla carbonara

Segundo Prato:  Costoleta alla milanese com pomodoro e rugetta


Sobremesa: Entremet de chocolate, Torta de nozes carameladas, Merengue de chocolate belga e avelãs, Carolinas de creme, Ovos nevados, Profiteroles, Terrine de Frutas, Tiramisú, Creme brulée, Pastiera di grano, Bavarese de chocolate e Tarte Tatin

Como de costume o serviço foi excelente e a execução do cardapio excepcional.

A degustação contou com nove vinhos com níveis de alcool variando entre 13,5% e 14,5%.


A seguir uma breve descrição dos vinhos degustados:

Brunello Pian delle Vigne 2006
Produtor: Antinori
País/Região: Italia/Montalcino
Graduação alcoolica: 14%
Uvas: Sangiovese
Confrade: Calabro

Brunello di Montalcino Riserva 2007
Produtor: Fuligni
País/Região: Italia/Montalcino
Graduação alcoolica: 14.5%
Uvas: Sangiovese
Confrade: Joubert

Brunello Pian di Conte 2003
Produtor: Talenti
País/Região: Italia/Montalcino
Graduação alcoolica: 14%
Uvas: Sangiovese
Confrade: Otavio

Brunello Vigna del Fiore 2005
Produtor: Fattoria dei Barbi
País/Região: Italia/Montalcino
Graduação alcoolica: 14%
Uvas: Sangiovese
Confrade: Paulo

Brunello Villa al Cortille 2010
Produtor: Piccini
País/Região: Italia/Montalcino
Graduação alcoolica: 14%
Uvas: Sangiovese
Confrade: Alberto

Brunello di Montalcino 1997
Produtor: La Magia
País/Região: Italia/Montalcino
Graduação alcoolica: 14%
Uvas: Sangiovese
Confrade: Alessandro

Brunello di Montalcino Altero 2003
Produtor: Poggio Antico
País/Região: Italia/Montalcino
Graduação alcoolica: 13.5%
Uvas: Sangiovese
Confrade: Marcio

Brunello di Montalcino 2007
Produtor: Altesino
País/Região: Italia/Montalcino
Graduação alcoolica: 14%
Uvas: Sangiovese
Confrade: Altman

Brunello di Montalcino 2002
Produtor: Camigliano
País/Região: Italia/Montalcino
Graduação alcoolica: 13.5%
Uvas: Sangiovese
Confrade: João Luiz

Vinhos degustados


Os vinhos apresentaram cor rubi, sendo que alguns já tinham um halo granada e dois deles um rubi alaranjado e um pouco opacos. Os aromas  incluiam frutas vermelhas escuras, ameixa, framboeza, tabaco, madeira, couro, figo seco, com boa acides. Os taninos se mostraram bastante equilibrados.

Nesta degustação, os resultados do nosso painel apresentaram, uma pequena amplitude de notas, sendo na média aparada de 2,0 pontos (de 89,1 a 91,1).

O vinho que ficou em último lugar foi o Brunello Villa al Cortille 2010, produzido pela Tenute Piccini, na região de Montalcino, na Italia, com 14% de alcool, escolhido o pior vinho por quatro confrades.

O segundo melhor vinho do painel, foi o Brunello di Montalcino Riserva 2007, produzido na região de Montalcino por Eredi Fuligni, com a uva Sangiovese, com 14,5% de alcool, escolhido o segundo melhor vinho por quatro confrades.

O Campeão da noite, foi o único italiano, da denominação Brunello Pian delle Vigne 2006, produzido pela Tenute Antinori, na região de Montalcino, com 14% de alcool. Este vinho foi escolhido o melhor vinho por seis confrades e o segundo melhor por outro.


Vejam os resultados completos abaixo.


Não se esquecam que no dia 17/Maio degustaremos Tintos da Califórnia com mais de 10 anos. Até lá....

Não percam a próxima degustação.


domingo, 1 de abril de 2018

Pinot Noir: California vs Chile


No sábado, dia 26 de março, realizamos no Rio de Janeiro, no restaurante Charbon Rouge, uma excelente degustação, desta vez de vinhos produzidos com a uva Pinot Noir na California e no Chile, com a presença de 7 confrades. Foram degustados 7 vinhos, de safras variadas, sendo alguns relativamente jovens (2009, 2010, 2012, 2013 e 2014), O nosso confrade Ricardo foi responsável pela organização do evento.

Couvert:              Seleção de pães, Crudités de legumes, Patê de fígado, Manteiga do dia, Fateh de berinjela e Chips de batata

Entradas:             Steak Tartar e Harumaki de Cordeiro

Prato Principal:  French Rack, Bacalhau ao molho de funcho, Steak de Mignon, Magret de Canard ao Molho Oriental, Magret de Canard com Redução de Vinho do Porto,

Sobremesa:         Seleção de Churros Especiais, Cheesecake New York Style de Frutas Vermelhas, Crumble de Maçã com Sorvete, etc...

O serviço foi excelente e a execução do cardapio excepcional.

A degustação contou com sete vinhos com níveis de alcool variando entre 13% e 15.8%.
  
A seguir uma breve descrição dos vinhos degustados:

Belle Glos - Clark&Telephone Vineyard 2009
Produtor: Belle Gloss
País/Região: USA/Rutherford, CA
Graduação alcoolica: 14.4%
Uvas: Pinot Noir
Confrade: Marcio

PNX, Spotlight Collection 2014
Produtor: Robert Mondavi
País/Região: USA/Carneros, Napa Valley
Graduação alcoolica: 14.5%
Uvas: Pinot Noir
Confrade: Altman

Ma Danseuse 2010
Produtor: Peter Michael
País/Região: USA/Calistoga, CA
Graduação alcoolica: 15.8%
Uvas: Pinot Noir
Confrade: Ricardo

Redtree 2013
Produtor: Redtree Winery
País/Região: USA/California
Graduação alcoolica: 13%
Uvas: Pinot Noir
Confrade: Joubert

Casa Marin Litoral 2013
Produtor: Casa Marin
País/Região: Chile/Lo Abarca - San Antonio Valley
Graduação alcoolica: 14%
Uvas: Pinot Noir
Confrade: Paulo

Sequana 2009
Produtor: Sequana Vineyards
País/Região: USA/Santa Rosa, CA
Graduação alcoolica: 13.9%
Uvas: Pinot Noir
Confrade: Calabro

Lloyd by Robert Lloyd 2012
Produtor: Robert Lloyd
País/Região: USA/Santa Rita Hills
Graduação alcoolica: 15.1%
Uvas: Pinot Noir
Confrade: João Luiz

Vinhos degustados
  
Os vinhos apresentaram cor rubi, sendo que alguns já tinham um halo granada. Os aromas  incluiam frutas vermelhas escuras, framboesa, madeira, salsão, aromas terciarios próprios de vinhos mais evoluídos, o mais jovens tinham um pouco alcoólicos no naris. Os taninos se mostraram bastante equilibrados.

Nesta degustação, os resultados do nosso painel apresentaram, uma pequena amplitude de notas, sendo na média aparada de 1,1 pontos (de 88,7 a 89,8).

O vinho que ficou em último lugar foi o Lloyd by Robert Lloyd 2012, produzido por Robert Lloyd, na região de Santa Rita Hills, na California, com 15,1% de alcool, escolhido o pior vinho por um confrade e o segundo melhor por outro.

O segundo melhor vinho do painel, foi o Belle Glos - Clark&Telephone Vineyard 2009, produzido na região de Rutherford, na California, pel vinícola Belle Gloss, com 14,4% de alcool, escolhido o melhor vinho por dois confrades, o segundo melhor por três confrades e o pior por outro.

O Campeão da noite, foi o Sequana 2009, produzido por Sequana Vineyards, na região de Santa Rosa, na California, com 13.9% de alcool. Este vinho foi escolhido o melhor vinho por dois confrades e o segundo melhor por outros quatro.


Vejam os resultados completos abaixo.

 

Não se esquecam que no dia 19de Abril, degustaremos Brunello di Montalcino com mais de 7 anos. Até lá.... Não percam a próxima degustação.